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	<title>Blog de Psicanálise</title>
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	<description>Conheça o que é a psicanálise lendo o blog da psicanalista Ana Laura Moraes Martinez. Discussões de filmes, livros e temas que gerem reflexão e auto conhecimento!</description>
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		<title>Entrevista no programa Ponto e Vírgula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2014 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas na mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> No dia 15 de maio fui convidada para participar do programa literário Ponto e Vírgula, veiculado pelo canal 9 de Ribeirão Preto. Nele, eu e minha entrevistadora Irene Coimbra conversamos sobre temas presentes no meu primeiro livro O divã no dia a dia, que foi relançado na XIV Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/entrevista-programa-ponto-e-virgula/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Entrevista no programa Ponto e Vírgula</span></a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/entrevista-programa-ponto-e-virgula/">Entrevista no programa Ponto e Vírgula</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" alt="" /> <img decoding="async" class="alignleft" src="https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQloM3tbY0wKZ3kn7vawM_4VU8aB2iFyHMb_UExkTqeCU6KmpL9Fw" alt="" width="165" height="183" />No dia 15 de maio fui convidada para participar do programa literário Ponto e Vírgula, veiculado pelo canal 9 de Ribeirão Preto.</p>
<p style="text-align: justify;">Nele, eu e minha entrevistadora Irene Coimbra conversamos sobre temas presentes no meu primeiro livro O divã no dia a dia, que foi relançado na XIV Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, sobre a psicanálise, dentre outros. <span id="more-912"></span> Para assistir à minha entrevista na íntegra, basta acessar o vídeo abaixo:</p>
<p style="text-align: left;"><iframe src="//www.youtube.com/embed/fuviov8IFCs" width="493" height="287" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/entrevista-programa-ponto-e-virgula/">Entrevista no programa Ponto e Vírgula</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
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		<title>Bate-papo sobre literatura e sobre o divã no dia a dia, no programa Edmo Bernardes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Mar 2014 22:37:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros Publicados]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[proibição do conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente fui convidada a participar do estimulante programa “Diálogo com Edmo Bernardes”, junto dos escritores Dr. Nelson Jacinto e Ely Vieitiz. Foi uma experiência muito agradável e estimulante, pois o espírito do nosso encontro realmente fez juz à proposta do programa, que é a de ser um diálogo entre os participantes. Neste espírito de cordialidade &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/reflexoes-sobre-o-prazer-da-leitura-na-formacao-humana/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Bate-papo sobre literatura e sobre o divã no dia a dia, no programa Edmo Bernardes</span></a></p>
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<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft" style="margin: 5px;" src="https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR59LEZ4p6jgtGG6hATTyUmxyXs-lSXpJfOmhIZeM4m7qZ0ByLr" alt="" width="300" height="168" />Recentemente fui convidada a participar do estimulante programa “Diálogo com Edmo Bernardes”, junto dos escritores <strong>Dr. Nelson Jacinto e Ely Vieitiz</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi uma experiência muito agradável e estimulante, pois o espírito do nosso encontro realmente fez juz à proposta do programa, que é a de ser um diálogo entre os participantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-858"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Neste espírito de cordialidade e de acolhimento, nossa proposta foi pensarmos juntos sobre a importância da leitura na formação profunda do ser humano, em seus aspectos sociais, culturais, de sua consciência histórica e enquanto sujeito implicado com sua própria vida. Também conversamos sobre os desencontros que se dão entre o leitor e a leitura, em seus vários vértices.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste aspecto, foram citadas questões estruturais do nosso país, tais como a falta de incentivo ao hábito da leitura, a dificuldade que o jovem passa a ter no sentido de compreender em profundidade um texto &#8211; questão que se alinhava à precariedade da formação educacional &#8211; bem como o desencontro entre o desejo de aprender, que é inerente ao humano, e aquilo que é oferecido pelas instituições educacionais.</p>
<p>Caso queira assistir ao programa na íntegra, veja abaixo: <iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/pTxSlNNnVec" width="564" height="564" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por acreditar que, conforme disse Sartre, “compreender uma palavra é se transformar”, vi-me motivada a continuar pensando sobre o tema da leitura e de como determinados livros podem transformar radicalmente nossa forma de enxergar a nós mesmos e ao mundo que nos cerca, desde que tenhamos abertura para isso.</p>
<p style="text-align: justify;">E aqui, obviamente, não me refiro somente à literatura, mas a qualquer grande obra que tenha sido escrita com um espírito de profunda investigação e curiosidade viva sobre as questões humanas, que nos irmanam a todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Imersa nestas reflexões e, estimulada pela participação no programa e pelas falas dos meus colegas, resolvi tentar sistematizar o meu pensamento neste texto, a partir das seguintes indagações:</p>
<h4><b>1)      </b><b>O que sente uma pessoa quando se deixa penetrar pela leitura de algo que ela julga significativo e de alto valor estético?</b></h4>
<h4>2)      <b>Por que esta penetração, que deve ocorrer entre o leitor e a obra a que ele se dedica no momento, pode não acontecer?</b></h4>
<p style="text-align: justify;">Neste aspecto não tratarei das questões da carência educacional que, como sabemos, realmente pode impedir uma pessoa de compreender o que lê – situação que, aliás, é mantida para que as pessoas continuem ignorantes e sem capacidade para questionar o que precisa ser questionado!</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Mas, para além desta questão, será que todo impedimento de compreender e de se deixar penetrar por um texto pode ser explicado por este vértice?</b></p>
<p style="text-align: justify;">Para tentar responder a estas questões, buscarei minhas primeiras referências associativas na obra “O nome da Rosa” de Humberto Eco. Nesta narrativa, alguns livros “proibidos”, sobretudo a Poética de Aristóteles, que versava, entre outras coisas, sobre o humor, foram trancafiados em uma biblioteca porque os ensinamentos ali contidos representavam perigo para a Igreja. A tal ponto que as pessoas que tiveram contato com as obras estavam sendo misteriosamente assassinadas. Quando o autor e mandante dos crimes foi indagado sobre porque tinha tanto medo daquelas obras, ele respondeu: “O riso mata o medo e sem medo não há fé!”.</p>
<p style="text-align: justify;">É um enunciado chocante. Sem medo, não há fé! E sem fé, não há controle. Há, ao contrário, um sentimento interno de liberdade para se pensar e se indagar aquilo que for preciso.</p>
<p style="text-align: justify;">É por isso que Freud e Marx revolucionaram a forma do homem pensar a si mesmo. Marx, por um lado, chamou a atenção para o fato de que quase tudo o que pensamos, julgamos ou acreditamos não foi necessariamente criado por nós em um ato de liberdade, mas é fruto da ideologia de uma época. Ou seja, foram ideias criadas visando-se o controle de um grupo humano sobre o outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Freud, por outro lado, chamou a atenção para o fato de que esta submissão também ocorre dentro do indivíduo. Só que neste caso não se trata da submissão de um grupo humano a outro, mas de uma instância psíquica sobre a outra. Ou seja, até Freud o homem julgava que era o seu ego ou a sua consciência que escolhia o que ele queria fazer, pensar ou ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Investigando profundamente o psiquismo de seus pacientes e o seu próprio, Freud descobre que não é a consciência que define as escolhas humanas, mas sim o inconsciente (que mais tarde ele chamou de id). Neste caso, quando o inconsciente humano está sob a égide de potentes forças repressivas que impedem, portanto, o acesso destes conteúdos à consciência, o sujeito permanece condenado a repetir determinados padrões de conduta, derivados do inconsciente, sem que ele se dê conta disso.</p>
<p style="text-align: justify;">E é exatamente aí que se dá o processo de submissão: o sujeito fica submetido à ação do inconsciente reprimido, que não pode ser conhecido, embora julgue que suas ações são feitas de forma livre pelo seu consciente ou por sua vontade racional.</p>
<p style="text-align: justify;">Interpretando a obra de Eco de uma perspectiva psicanalítica, o sujeito fica impedido de entrar em contato com conhecimentos que ele próprio internamente serem proibidos e perigosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, a partir destes dois pensadores, passamos a observar que as proibições dirigidas ao conhecimento das Verdades humanas atacam por duas frentes distintas: atacam desde fora, por meio das instituições sociais que perpetuam a ignorância nas pessoas para continuarem no poder e desde dentro, por meio das instâncias psíquicas que confundem a verdade do sujeito (vinda do inconsciente) com crenças falsas, construídas a partir da consciência.</p>
<p style="text-align: justify;">Notem, portanto, que a tarefa daquele que se encoraja a conhecer um pouco além daquilo que já foi dito a ele ou do que ele pensa sobre si mesmo não é nem um pouco fácil.</p>
<p style="text-align: justify;"> Para ir um pouco além e penetrar nas “bibliotecas” que guardam livros / pensamentos inconscientes proibidos e revolucionários, o homem tem que ter muita, muita coragem.</p>
<p style="text-align: justify;">A metáfora que Eco propõe em sua obra – a biblioteca proibida e a morte de quem ousa ter acesso a ela – pode ser remetida tanto ao âmbito social, ou seja, ao controle e dominação que a Igreja e, hoje, o poder econômico exerceram e exercem sobre as pessoas, de modo a deixá-las com bastante medo e dóceis, mas também a uma perspectiva interna, que é a que mais interessa à psicanálise.</p>
<p style="text-align: justify;">O recado, nesse caso, é o seguinte: se você for um pouco além e se questionar sobre o que não pode ser questionado, você será morto! É com este tipo de angústia, catastrófica, que aqueles que têm a coragem suficiente para enxergarem um pouco além têm que se a ver.</p>
<p style="text-align: justify;">O sentimento de catástrofe é duplo: primeiro porque uma vez questionando aquilo que quase ninguém questiona, o sujeito tem que se confrontar com o seu sentimento de desamparo já que, uma vez se diferenciando do seu grupo (familiar, educacional, etc.), ele perde a segurança que estes espaços representam e tem que pensar por si próprio; segundo porque o contato com ideias novas e o necessário questionamento de ideias antigas e conhecidas traz ao sujeito um sentimento incômodo de que tudo está fora do lugar, de que o novo ainda não foi solidificado, mas que também o velho já foi derrubado. Novamente, ele ingressa em zonas de desamparo e de solidão radical.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, o que quero dizer é que há uma dupla pressão para que não nos deixemos penetrar por pensamentos novos: a pressão social e a pressão interna.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, quando se tem coragem para ir em frente, podemos abandonar a nossa posição infantil (medo e fé) e ingressarmos no mundo adulto da racionalidade (prazer em se perguntar). Neste mundo, o medo é substituído pelo espírito de coragem – a coragem de fazer perguntas. Por isso Nietzsche dizia que “a veracidade é um luxo”. É preciso competência para se viver em contato com as nossas verdades mais profundas.</p>
<p style="text-align: justify;">Só para vocês terem ideia de como isso que estou falando é sério e de como se perguntar e perguntar aos outros sobre suas próprias crenças é e sempre foi um ato perigoso, cito a vocês a situação delicadíssima do filósofo Sócrates, no século V a. C.</p>
<p style="text-align: justify;"> Ele saia pelas ruas de Atenas indagando às pessoas e a si mesmo sobre seus dogmas e verdades: O que é o amor? O que é a morte? O que é vida? Nesta ocasião, os governantes da época começaram a julgar que Sócrates estava querendo instalar o caos e estimular as pessoas a se rebelarem contra o governo e por isso ele foi condenado a tomar cicuta, ou seja, a se matar. Questionado sobre porque não se defendeu das acusações, ele disse: “se eu me defender, posso ser absolvido, mas serei proibido de filosofar. Neste caso, eu prefiro a morte a deixar de fazer minhas perguntas!”.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, retomando minha questão, o que sente um homem ao se deixar penetrar por uma obra ou por um pensamento novo?</p>
<p style="text-align: justify;">Sente um incomensurável prazer, exatamente como Sócrates devia sentir. Mas, para poder acessar o prazer ele necessitará ser corajoso o suficiente para confrontar-se com os perigos reais que a sua nova posição questionadora necessariamente lhe trará. Também deverá ser bastante corajoso para romper com as resistências naturais que sua mente lhe apresenta no sentido de se deixar penetrar pelo novo. Há ainda outra questão: ele necessita sentir-se autorizado a viver com prazer, sem culpas. Este é, aliás, um dos grandes entraves psíquicos que o homem encontra no ato de conhecer e de sentir prazer em sua investigação do mundo – suas culpas inconscientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, Freud correlacionou todas as ações humanas à libido (pulsão sexual), em sua forma direta ou sublimada. Isso significa dizer que mesmo a mais inocente investigação filosófica ou científica tem suas raízes no desejo libidinal. Dito de outro modo: o filósofo, o poeta, o escritor, o pintor, o escultor, o cientista extraem prazer máximo de suas tarefas laborais porque estas tarefas estão investidas libidinalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, o prazer que sentem ao realizarem suas tarefas é o mesmo que sentiriam em uma relação sexual, por exemplo, embora neste caso o prazer compareça de uma forma sublimada, ou seja, transformada. Neste caso, se uma pessoa está impedida internamente de sentir prazer, ela não conseguirá extrair o máximo prazer de qualquer atividade que venha a realizar – e isso inclui a leitura e o prazer de conhecer algo novo.</p>
<p style="text-align: justify;">E, para finalizar, há ainda outro motivo que pode paralisar o processo de aprendizado e compreensão de um texto: a incômoda percepção de que nós não sabemos aquilo que está sendo transmitido pelo autor em sua obra. Ou seja, para aprendermos algo novo temos que entrar em contato com a nossa real ignorância e com o fato de que sabemos menos do que aquele que escreveu ou estudou determinado assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Refiro-me aqui aos sentimentos de inveja que o contato com alguém que efetivamente sabe mais sobre determinado assunto pode provocar em mentes que estão mais dominadas pelos impulsos de morte que de vida. Movidos por um sentimento de inveja e de ódio pela condição de saber menos que o outro, alguns seres humanos podem fazer como alguns bebês que, diante da percepção de uma mãe generosa que lhe oferece o leite nutritivo, fecham a boca e não ingere nada que não seja criado por eles mesmos. Este é, em suma, outro motivo inconsciente que pode fazer com que um ser humano tenha muita dificuldade para aprender algo com outro ser humano, que saiba mais do que ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Como vocês puderam ver, há inúmeros entraves que podem impedir um ser humano de ter uma relação visceral com seus livros e autores e de realmente aprender algo com eles. Dentre estes, citei: 1) a pressão social para que o humano continue cego e ignorante, para não ser trabalhoso; 2) o enfrentamento de vivências catastróficas que o novo gera; 3) o sentimento de culpa inconsciente impedindo a pessoa de sentir prazer; 4) impacto do sentimento de inveja e de ódio por estar diante de alguém que sabe mais sobre determinado assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, aprender algo novo a cada dia, sentir-se nutrido por livros, conversas e encontros é fundamental para a saúde mental do ser humano. Aliás, a meu ver, grande parte da desagregação social que vivemos hoje se deve à ausência de espaços para a criação / gestação de pensamentos verdadeiros. Aliás, esta é uma das propostas mais radicais e revolucionárias trazidas pela psicanálise – a criação, a partir de um setting estruturado, de um lugar de conversas verdadeiras, que é o que acontece em uma análise.</p>
<p>Em suma, espero profundamente que possamos criar e recriar cotidianamente estes espaços de pensamento, com resistência e coragem, tal como gentilmente faz Edmo em seu estimulante programa, a quem eu agradeço por ter contribuído com o estímulo inicial, para que estas minhas reflexões pudessem nascer.</p>
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		<title>Comemorações: Vencedora do Top of Mind 2011 &#8211; Ribeirão Preto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 17:28:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas na mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana passada fui surpreendida com uma ligação que me deixou bastante feliz (e, confesso que inicialmente desconfiada). Fui informada pela agência que realiza a pesquisa Top of Mind em Ribeirão Preto e região de que eu havia ficado em primeiro lugar na categoria Psicólogos da cidade. Para quem não conhece este sistema de ranqueamento &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/comemoracoes-vencedora-do-top-of-mind-2011-ribeirao-preto/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Comemorações: Vencedora do Top of Mind 2011 &#8211; Ribeirão Preto</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-451" title="top of mind" src="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/top-of-mind.jpg" alt="" width="245" height="182" />Na semana passada fui surpreendida com uma ligação que me deixou bastante feliz (e, confesso que inicialmente desconfiada).</p>
<p style="text-align: justify;">Fui informada pela agência que realiza a pesquisa Top of Mind em Ribeirão Preto e região de que eu havia ficado em primeiro lugar na categoria Psicólogos da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-450"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para quem não conhece este sistema de ranqueamento do Top of Mind aqui vai uma explicação: eles selecionam pessoas com determinado perfil social (no caso desta pesquisa, pessoas que ganham mais de dez mil reais por mês) e perguntam a ela qual profissional vem em sua mente quando se fala de um psicólogo sem oferecer nenhum estímulo, ou seja, sem dar opções de nomes.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso desta categoria específica, 23% das pessoas entrevistadas citaram o meu nome ou o meu site, o que significa que o meu trabalho tem sido fortemente reconhecido na cidade de Ribeirão Preto e região.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente, como disse antes,  fiquei desconfiada e fui logo dizendo à moça que não queria comprar nada, nenhum tipo de publicidade (é incrível como, infelizmente, vamos ficando defendidos e desconfiados já que eu recebo vários telefonemas e e-mails de pessoas tentando me empurrar coisas para comprar).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas depois que finalmente consegui compreender do que se tratava, fiquei  feliz por saber que o meu trabalho tem sido reconhecido na minha cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que esta pesquisa comprova, de alguma forma, uma espécie de teoria que eu tenho sobre os ingredientes que levam ao verdadeiro sucesso profissional:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>trabalhe em algo pelo qual você seja realmente apaixonado e nem vai sentir que está trabalhando</li>
<li>não se preocupe com os resultados. Vá fazendo o seu ofício, cuidando do seu jardim sem se preocupar muito com onde quer chegar (acho que isso tem tudo a ver com a premissa de Bion de trabalharmos &#8220;sem memória e sem desejo&#8221;)</li>
<li>o reconhecimento e o crescimento financeiro são recompensas pelo ofício desenvolvido com paixão</li>
<li>cuidado com as armadilhas do caminho: ganância excessiva, sedução pelo poder e pelo status, arrogância e extrema necessidade de aparecer (é claro que um pouco disso tudo é necessário e todos nós temos)</li>
<li>lembrar sempre a si mesmo que os verdadeiros prazeres da vida estão nas pequenas coisa</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Bem, esta premiação me trouxe todas estas reflexões de presente. Espero que ajude a vocês a refletirem sobre se tem trabalhado e vivido com paixão.</p>
<p style="text-align: justify;">E se vocês prontamente reponderem a vocês mesmos que não, que a vida tem sido pesada, que trabalhar tem sido penoso, acho que é hora de rever com coragem as suas escolhas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/comemoracoes-vencedora-do-top-of-mind-2011-ribeirao-preto/">Comemorações: Vencedora do Top of Mind 2011 &#8211; Ribeirão Preto</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vídeo: Busca por um ideal de perfeição &#8211; Ana Laura Moraes Martinez</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/video-perfeccionistmo-psicologia-ribeirao-preto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 14:36:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas na mídia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/blog/?p=370</guid>

					<description><![CDATA[<p>No dia 14/06 fui convidada para participar do Programa TPM, gravado em Ribeirão Preto, com a proposta de discutir o &#8220;perfeccionismo&#8221;, jargão bastante conhecido do senso-comum. Minha principal preocupação neste momento era conseguir transmitir às pessoas, com uma linguagem acessível, algumas idéias psicanalíticas sobre o tema. Bem, em primeiro lugar, nós cansamos de ouvir pessoas, &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/video-perfeccionistmo-psicologia-ribeirao-preto/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Vídeo: Busca por um ideal de perfeição &#8211; Ana Laura Moraes Martinez</span></a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/video-perfeccionistmo-psicologia-ribeirao-preto/">Vídeo: Busca por um ideal de perfeição &#8211; Ana Laura Moraes Martinez</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2011/07/download-10.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1114 size-thumbnail" src="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2011/07/download-10-150x150.jpg" alt="download (10)" width="150" height="150" /></a>No dia 14/06 fui convidada para participar do Programa TPM, gravado em Ribeirão Preto, com a proposta de discutir o &#8220;perfeccionismo&#8221;, jargão bastante conhecido do senso-comum. Minha principal preocupação neste momento era conseguir transmitir às pessoas, com uma linguagem acessível, algumas idéias psicanalíticas sobre o tema.</p>
<p><span id="more-370"></span></p>
<p>Bem, em primeiro lugar, nós cansamos de ouvir pessoas, leigas nas questões da mente, dizerem que são perfeccionistas. Na verdade, isso é um pleonasmo! Todos nós temos o que Freud chamou de ideal de ego, ou seja, desejos e expectativas, mais ou menos realistas, sobre o que desejamos para nós mesmos, sobre as pessoas que queremos ser, sobre os nossos ideais éticos e morais, etc.</p>
<p>Então, todos nós temos um ideal de &#8220;perfeição&#8221;, por assim dizer. Basta ver todos os desejos utópicos que permeiam nossa mente: o ideal de um mundo melhor, o ideal de nos tornarmos pessoas melhores, de fazermos um bom trabalho, etc.</p>
<p>E isso é muito bom! É bom que sejamos guiados em nossas ações por um ideal.</p>
<h2>Quando este ideal que buscamos passa a ser um problema?</h2>
<p>Bem, a busca por este ideal passa a ser problemática quando as exigências que a própria pessoa faz para si mesma, para os outros e para o mundo que a cerca passam a ser irreais ou impossíveis de serem alcançadas. Vou dar um exemplo: se eu tenho um padrão de exigência comigo e com os outros (normalmente isso vem junto) elevadíssimo, eu vou ter muita dificuldade de perdoar as falhas dos outros e as minhas próprias. Conclusão: vou passar a vida toda brigando com os outros e comigo mesma porque o mundo deveria ser diferente e não é!</p>
<p>Pessoas que agem, sentem e pensam desta forma, na verdade, sofrem de padrões internos rígidos e severíssimos. Estão sempre esperando que elas próprias e os outros não sejam nada menos do que perfeitos. E não se perdoam por isso.</p>
<p>Vocês podem imaginar que viver desta forma é torturante, para a própria pessoa e para aqueles que convivem com ela.</p>
<p>Outro problema é que a pessoa que tem este mundo interno rígido imagina que os outros também são assim. Ou seja, passam a se sentir perseguidas também pelos outros, imaginando que ninguém poderá gostar dela se ela não for perfeita.</p>
<p>E como nós humanos estamos longe, mais muito longe mesmo da perfeição (que, aliás, deve ser chatíssimo) esta pessoa terá muita dificuldade de ver graça nas pequenas coisas da vida e de levar a vida com humor, como nos ensinou o grande gênio Chaplin.</p>
<p>Se você se interessou pela discussão e quer ouvir um pouco mais sobre isso, assista ao programa TPM, em que discuto um pouco mais desta questão:</p>
<p><object width="480" height="390" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6Algajkx5bg?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="480" height="390" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/6Algajkx5bg?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/video-perfeccionistmo-psicologia-ribeirao-preto/">Vídeo: Busca por um ideal de perfeição &#8211; Ana Laura Moraes Martinez</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
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		<title>Perdas e Lutos – Vídeo com a Psicóloga Ana Laura Moraes Martinez no programa TPM em Ribeirão Preto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 13:59:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas na mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar sobre perdas e lutos é sempre difícil e, ao mesmo tempo, natural já que todos nós vivenciamos perdas ao longo de toda a vida. O modo como vivenciamos nossas perdas e, podemos ou não elaborá-las através do luto, é definido desde o início da nossa vida, basicamente através do modo como o bebê experiencia &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/perdas-e-lutos-psicologa-ana-laura-moraes-martinez-no-programa-tpm/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Perdas e Lutos – Vídeo com a Psicóloga Ana Laura Moraes Martinez no programa TPM em Ribeirão Preto</span></a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/perdas-e-lutos-psicologa-ana-laura-moraes-martinez-no-programa-tpm/">Perdas e Lutos – Vídeo com a Psicóloga Ana Laura Moraes Martinez no programa TPM em Ribeirão Preto</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/download-15.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1130 size-thumbnail" src="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/download-15-150x150.jpg" alt="download (15)" width="150" height="150" /></a>Falar sobre perdas e lutos é sempre difícil e, ao mesmo tempo, natural já que todos nós vivenciamos perdas ao longo de toda a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O modo como vivenciamos nossas perdas e, podemos ou não elaborá-las através do luto, é definido desde o início da nossa vida, basicamente através do modo como o bebê experiencia sua relação com o seio materno.<span id="more-240"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Se inicialmente, o bebê não se percebe separado da mãe, ao longo do seu desenvolvimento emocional, esta experiência de se perceber separado e, portanto, sem controle sobre a mãe, logo chegará.</p>
<p style="text-align: justify;">E é com base nestas primeiras experiências de perda que o bebê construirá seu mundo interno, mais ou menos capaz de suportar esta primeira perda inevitável &#8211; a de que sua mãe não está sob o seu controle.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, esta será a primeira de inúmeras outras experiências de perdas que enfrentaremos ao longo de toda a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que, diante de cada perda, não nos sintamos ameaçados e inundados por um sentimento de catástrofe imimente é necessário que tenhamos guardado sentimentos bons e amorosos dentro de nós, que poderão nos fazer companhia diante de uma perda. Algo que estaria relacionado à capacidade de estarmos sós, sem nos sentirmos sozinhos, podendo contar com a nossa companhia e com nossos bons objetos internos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, poderemos compreender que, em cada vivência de perda necessária, há também uma possibilidade de crescimento e de renovação e, portanto, de descoberta de algum aspecto novo sobre nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre esta temática, assistam ao vídeo gravado no Programa TPM sobre Perdas e Lutos, em que exploro mais esta temática:</p>
<p>Parte 1 do Vídeo<br />
<object width="425" height="350" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/eBLBdLktwx0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/eBLBdLktwx0"></embed></object></p>
<p>Parte 2 do Vídeo<br />
<object width="425" height="350" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/uHJW_mR4KGw?hl=pt&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/uHJW_mR4KGw?hl=pt&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O que vocês acharam ?<br />
Façam comentários !</p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/perdas-e-lutos-psicologa-ana-laura-moraes-martinez-no-programa-tpm/">Perdas e Lutos – Vídeo com a Psicóloga Ana Laura Moraes Martinez no programa TPM em Ribeirão Preto</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
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