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	Comentários sobre: Minhas primeiras jabuticabas	</title>
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	<description>Conheça o que é a psicanálise lendo o blog da psicanalista Ana Laura Moraes Martinez. Discussões de filmes, livros e temas que gerem reflexão e auto conhecimento!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 04 Dec 2017 21:04:44 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: Ana Laura		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2017 21:04:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/minhas-primeiras-jabuticabas/#comment-1030&quot;&gt;Lenice&lt;/a&gt;.

Querida Lenice, gostei muito da contribuição teórica do Slavoj Zizek que meu texto suscitou em você. Ela pode auxiliar os leitores interessados no tema a buscarem novos enriquecimentos teóricos. Obrigada por compartilhar. Forte abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/minhas-primeiras-jabuticabas/#comment-1030">Lenice</a>.</p>
<p>Querida Lenice, gostei muito da contribuição teórica do Slavoj Zizek que meu texto suscitou em você. Ela pode auxiliar os leitores interessados no tema a buscarem novos enriquecimentos teóricos. Obrigada por compartilhar. Forte abraço.</p>
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		Por: Ana Laura		</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/minhas-primeiras-jabuticabas/#comment-1031</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2017 21:01:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/minhas-primeiras-jabuticabas/#comment-1029&quot;&gt;Andréia Martinez Jozefczyk&lt;/a&gt;.

Querida Andréia, obrigada pelo seu comentário e fico feliz que meu texto tenha lhe inspirado. Comente quando quiser. Abraços a você.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/minhas-primeiras-jabuticabas/#comment-1029">Andréia Martinez Jozefczyk</a>.</p>
<p>Querida Andréia, obrigada pelo seu comentário e fico feliz que meu texto tenha lhe inspirado. Comente quando quiser. Abraços a você.</p>
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		<title>
		Por: Lenice		</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/minhas-primeiras-jabuticabas/#comment-1030</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lenice]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2017 18:38:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ana, seu texto tão bonito me trouxe à mente uma passagem que encontrei nesta semana, a qual penso ter a ver com seu tema. É de Slavoj Zizek e diz assim:

&quot;A postura de manter uma distância apropriada do objeto mais desejado, com a intenção de não perturbar o seu encanto, é um claro sinal de amor falso: o amor verdadeiro não tem medo de se aproximar, nem de estar preparado para assumir o objeto desejado em todas as suas (dele/dela) realidades comuns e, simultaneamente, conservar sua situação sublime, como na paráfrase de Hegel sobre Martinho Lutero, para reconhecer a rosa do sublime na cruz da vulgaridade cotidiana.

E a lição (ou melhor, implicação) política dessa posição de &quot;reconhecer a rosa do sublime na cruz da vulgaridade cotidiana&quot; não é que se deva mistificar a realidade existente, nem pintá-la com cores falsas, mas, pelo contrário, é que se deve reunir forças para transportar a sublime visão (utópica) para a prática cotidiana; em suma PRATICAR a utopia.&quot;

Acho que o reconhecimento do sublime naquilo que é cotidiano, rotineiro e desgastado é muito próximo da experiência poética, da abertura para o divino. E como estamos necessitados disto!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ana, seu texto tão bonito me trouxe à mente uma passagem que encontrei nesta semana, a qual penso ter a ver com seu tema. É de Slavoj Zizek e diz assim:</p>
<p>&#8220;A postura de manter uma distância apropriada do objeto mais desejado, com a intenção de não perturbar o seu encanto, é um claro sinal de amor falso: o amor verdadeiro não tem medo de se aproximar, nem de estar preparado para assumir o objeto desejado em todas as suas (dele/dela) realidades comuns e, simultaneamente, conservar sua situação sublime, como na paráfrase de Hegel sobre Martinho Lutero, para reconhecer a rosa do sublime na cruz da vulgaridade cotidiana.</p>
<p>E a lição (ou melhor, implicação) política dessa posição de &#8220;reconhecer a rosa do sublime na cruz da vulgaridade cotidiana&#8221; não é que se deva mistificar a realidade existente, nem pintá-la com cores falsas, mas, pelo contrário, é que se deve reunir forças para transportar a sublime visão (utópica) para a prática cotidiana; em suma PRATICAR a utopia.&#8221;</p>
<p>Acho que o reconhecimento do sublime naquilo que é cotidiano, rotineiro e desgastado é muito próximo da experiência poética, da abertura para o divino. E como estamos necessitados disto!</p>
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		<title>
		Por: Andréia Martinez Jozefczyk		</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/minhas-primeiras-jabuticabas/#comment-1029</link>

		<dc:creator><![CDATA[Andréia Martinez Jozefczyk]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2017 22:06:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ana, que lindo texto! Conseguiu dar um nome para um fazer da clínica, como metáfora do inverno que você faz aquele momento em que o outro está mais “raivoso” “seco de afeto”... e que como a necessidade do inverno para a florada... assim como a necessidade de amar, como clínicos, como seres humanos... e fazer uma escuta outra dos momentos de raiva, de insucesso, para uma possibilidade de escutar não apenas disto, mas o tudo mais, é ofertar amor, um amor etico! Me inspirou estas reflexões! Boa sorte da sua jabuticabeira!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ana, que lindo texto! Conseguiu dar um nome para um fazer da clínica, como metáfora do inverno que você faz aquele momento em que o outro está mais “raivoso” “seco de afeto”&#8230; e que como a necessidade do inverno para a florada&#8230; assim como a necessidade de amar, como clínicos, como seres humanos&#8230; e fazer uma escuta outra dos momentos de raiva, de insucesso, para uma possibilidade de escutar não apenas disto, mas o tudo mais, é ofertar amor, um amor etico! Me inspirou estas reflexões! Boa sorte da sua jabuticabeira!</p>
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