As associações e idéias presentes neste artigo foram em grande parte evocadas em mim após ter assistido ao filme As melhores coisas do mundo, sob direção de Laís Bodansky (a mesma que dirigiu Bicho de Sete Cabeças).
O filme começa despretencioso e retrata os conflitos de dois adolescentes irmãos, um mais velho e o outro no início da adolescência, vivenciando um intenso conflito familiar provocado pelo fato do pai deles se divorciar da esposa pra ficar com um rapaz, seu orientando de pesquisa.



