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	<title>Blog de Psicanálise</title>
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	<description>Conheça o que é a psicanálise lendo o blog da psicanalista Ana Laura Moraes Martinez. Discussões de filmes, livros e temas que gerem reflexão e auto conhecimento!</description>
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		<title>O que eu refleti vendo a morte de perto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 14:13:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexões sobre o cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A autora reflete sobre o medo que os seres humanos têm da morte a partir de uma experiência pessoal de internação</p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/o-que-eu-refleti-vendo-a-morte-de-perto/">O que eu refleti vendo a morte de perto</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-21-at-14.07.16-2.jpeg"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-2831 size-thumbnail" src="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-21-at-14.07.16-2-150x150.jpeg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-21-at-14.07.16-2-150x150.jpeg 150w, https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-21-at-14.07.16-2-120x120.jpeg 120w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>Minha internação de urgência na noite de 26 de outubro de 2023 devido a uma infecção grave por bactéria nos rins, que chegou a atingir o sangue, foi o mais próximo que estive até hoje de experimentar um risco real de morrer.  </span></p>
<p><span id="more-2823"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Descobri depois que muitas mulheres são internadas diariamente por pielonefrite com sepse (quando a bactéria atinge o sangue), sendo esta uma das maiores causas de internações e óbitos em UTI´s. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vivendo esta experiência infeliz, descobri que estar prestes a morrer dá muito medo, apesar de nenhum ser humano admiti-lo abertamente, já que falar sobre a morte é um tabu. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não sei se um velho tem menos medo do instante da morte por já ter vivido mais, mas desconfio que não. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pois, o que entendi do instante final é que o aterrorizante desta situação é simplesmente deixar de existir, o que deve envolver algum tipo de enorme capacidade de desapego egóico, que nas filosofias orientais se costuma exercitar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso obviamente só vale para os que morrem</span> em estado de plena consciência, o que não deve valer para os hospitalizados graves que, quase sempre, morrem sedados e inconscientes da sua situação.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A propósito, rimos à beça disso, eu e um enfermeiro muito engraçado, que me dizia que </span><i><span style="font-weight: 400;">viúvo mesmo é quem vai, </span></i><span style="font-weight: 400;">o que eu entendi como a vida terminando mesmo só para quem morre. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensei sobre isso ser mesmo compreensível um viúvo ou viúva sentir alívio por não ser ele ou ela o morto, sentimento egoísta que só parece ser superado no amor por um filho. Mas nunca do filho pelos pais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra coisa que aprendi dessa experiência é que o instinto de autoconservação é tão forte em nós que suportamos o inimaginável em termos de procedimentos médicos dolorosos, se isso significar a esperança de um dia voltarmos a ficar minimamente bem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi o que aprendi observando o seu Manoel, que conheci na interminável semana que tive que ir ao hospital três vezes por dia tomar antibiótico endovenoso. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Olhando-o de fora, pensava como esse homem suportava a desgraça de sua vida com tão alto-astral e bom humor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto ele próprio me explicava que, afinal, tomar mais quarenta e cinco dias de antibióticos pela rejeição da placa de titânio em seu ombro, não era nada perto das oito cirurgias que já tinha feito. O que ocorreu por ter sido atropelado por um carro, em sua moto, quando ia trabalhar lavando vidros.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou então, D. Marisa, uma aristocrática senhora com quem dividi quarto em minha internação, que suportava com uma elegância estóica sua bolsa de colostomia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vendo-os, senti uma admiração profunda pela coragem e bravura dos homens e pensei que a doença e a morte só nos degrada, subtraindo-nos a meros corpos, humilhados por bactérias, cheiro de fezes, pus e células cancerosas que não deviam existir. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso minha enorme dificuldade de acreditar em Deus. </span>E minha convicção, agora já absoluta, de não haver nenhuma dignidade na morte.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembro-me que, no dia em que cheguei a este pensamento, a angústia foi quase insuportável, e só cessou um pouco quando ouvi Noturno em Fá menor Op. 9 No. 1 de Chopin, o que me ajudou a me libertar, por alguns instantes, daquele corpo debilitado e fraco, imaginando-me como um pássaro e um balão que coincidentemente voavam, leves e lindos no céu, bem de frente à minha vidraça. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Disto, compreendi muito melhor a ideia grega de que, sem alguma transcendência, a realidade concreta e primitiva dos nossos corpos, com suas necessidades peremptórias e decadência inevitável, nos humilha e apequena, sendo o ser humano muito mais do que isso. Daí não podermos condenar ninguém por seus vícios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não à toa, praticamente todas as religiões e doutrinas filosóficas orientais como o budismo e o hinduísmo, por exemplo, propõem algum tipo de transcendência e superação em relação ao que significa estar aprisionado num corpo, que se degrada a cada dia e caminha paulatinamente para o fim.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também não à toa é que Deus, na figura de Cristo, só se apiedou dos homens quando experimentou, ele próprio, sentir fome, frio e dor como um deles.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De todo modo, ainda não me recuperei por completo desta visão insuportável, nauseante e odiosa do Real, que me gerou um dolorido estado depressivo, do qual eu sinto que começo a me recuperar só agora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Finalizando, uma das únicas coisas boas que esta experiência me trouxe foi a reaproximação com meu pai, uma pessoa exótica de quem eu herdei muitos traços. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Levando-me vinte e uma vezes ao hospital para tomar antibiótico na veia, o que nos rendeu rodar setecentos quilômetros em uma semana, pude sentir, afinal, como é bom ser cuidada por alguém que te ama. </span></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/chTvivcxlqg?si=MBJbe-EOUhYG200w" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><iframe title="Saudade de mim quando eu morrer (feat. Cláudia Ventura, Cláudio Gabriel, Juliana Linhares,..." width="660" height="495" src="https://www.youtube.com/embed/8Ljg93oF-Lo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/o-que-eu-refleti-vendo-a-morte-de-perto/">O que eu refleti vendo a morte de perto</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
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		<title>Hoje estou de luto.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2017 17:03:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexões sobre o cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio em mata]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[riqueza]]></category>
		<category><![CDATA[tédio]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O texto faz reflexões sobre o individualismo do sujeito contemporâneo a partir de narração de uma situação de incêndio. Também faz um contraponto destas condutas humanas contrastando-a com a generosidade e o heroísmo que podemos encontrar entre os outros animais. </p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/hoje-estou-de-luto/">Hoje estou de luto.</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2017/09/images.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1835 size-medium" src="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2017/09/images-300x151.jpg" alt="" width="300" height="151" srcset="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2017/09/images-300x151.jpg 300w, https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2017/09/images.jpg 316w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Hoje estou de luto por alguns de meus vizinhos que, perplexos, me perguntaram por que eu chorava se minha casa estava protegida do incêndio que devorou por dois dias ininterruptos a mata e matou milhares de vidas mais honestas que a nossa.</p>
<p>Estou de luto pela falta de paixão de algumas das pessoas vestidas de vermelho que foram enviadas para nos ajudar, mas que se mostraram terrivelmente presas nas malhas da inércia. Desalmadas e carcomidas no ser por um salário miserável e por um Município que não as valoriza como salvadoras que em tese são, mostraram-me o quão triste é um coração sem alma, desacreditado de sua própria importância no mundo.</p>
<p>Estou de luto por aqueles que conseguiram chegar em casa após um dia de trabalho e ligar a TV mesmo com labaredas enormes devastando a vida e empesteando o ar a alguns metros de suas lindas e envidraçadas janelas.</p>
<p><span id="more-1833"></span></p>
<p>Estou de luto por aqueles que passaram curiosos em seus carros de luxo e, sem nenhuma bondade, mas cheios de curiosidade mórbida simplesmente levantaram o pescoço para perscrutar a desgraça alheia.</p>
<p>Estou de luto por aquelas crianças medíocres e más que vi debochando das aves que voavam desesperadas tentando salvar seus filhotes. Mas por estas eu não estou de luto!</p>
<p>Por estas, nestes dois dias difíceis que vivi, meu coração se encheu de esperança na vida. Mais uma vez pude aprender com estes meus delicados companheiros de caminhada qual o verdadeiro sentido da nossa existência neste pequeno planeta azul à deriva no meio do universo.</p>
<p>Aprendi com o heroísmo bravo e guerreiro destas lindas aves que tentavam salvar seus pequenos filhotes já devastados porque sabiam que o gesto amoroso e cuidador da vida é tudo o que importa.</p>
<p>Aprendi com a majestade estupenda das árvores frondosas que vi lutando bravamente contra o fogo e que, tenho certeza, logo ressurgirão magníficas porque, muito melhor que nós, elas sabem que a vida é um grande ciclo ininterrupto de construção e destruição do qual todos nós fazemos parte.</p>
<p>Aprendi também com meu amado marido que, depois de um ato de desespero e dor, saiu como um Hércules em busca de salvar o que ainda pudesse de nossas amadas árvores em meio ao fogo e bombeiros. Uma alma bondosa e simples, trabalhador braçal de uma das obras ao lado da nossa casa, enxergou a nobreza de sua atitude e me disse: “Ele é um homem de coragem.” Senti orgulho por ser sua esposa.</p>
<p>Minha gratidão também ao bravo e devotado Fernando que pôde nos mostrar, em toda sua simplicidade, que a tenacidade do espírito é superior à qualquer regra. Fernando e Rodrigo, bravos guerreiros da esperança, continuem a trabalhar pela vida! Também minha gratidão por alguns vizinhos que, naquela noite, nos ofereceram abrigo porque não tínhamos condição de permanecer em nossa casa.</p>
<p>Aprendo mais uma vez com esta experiência que a vida é um fluxo ininterrupto de acontecimentos e que cabe a cada um de nós aprendermos, mediante a nossa maior ou menor capacidade de dar sentido ao que nos acontece. Quanto mais podemos aprender que a vida não é justa e nem “rosinha flores” como disse certa vez o sábio Guimarães Rosa, mas uma guerra brutal, paradoxalmente marcada por desamparo e beleza, menos melindrosos nos tornamos e mais capazes de valorizar o que realmente importa: nutrir bons sentimentos e amar o belo.</p>
<p>Vivemos hoje em um tempo sinistro em que a casa vale mais que a vida, em que o valor de uma pessoa não está mais em suas ações mas nos bens que ela possui; vivemos um tempo sinistro em que as manifestações de carinho e de compreensão pela dor alheia são raras; vivemos em um tempo sinistro em que as pessoas acreditam poder se blindar em suas casas de ferro sem perceberem que o que estão matando com este isolamento egoísta são seus próprios corações e suas próprias humanidades.</p>
<p>O que sobra daí é uma existência de plástico, estéril e sem sentido. Para preencher o buraco que fica bem no meio do coração, consome-se tudo que se pode: viagens, roupas lindas, belas joias, bebês loiros, casamentos estupendos, esquecendo-se com isso da regra mais importante do bem-viver: que tudo é transitório e passageiro; que nada é nosso, mas emprestado. No fim da jornada, cada qual só terá como parceiro de balanço final a própria consciência com as boas ou más escolhas que se pôde fazer pelo caminho afora.</p>
<p>E que sorte eu tenho de poder ser relembrada disso por algumas pessoas fortes que me acompanham no caminho e que me ajudam a ser o melhor que posso, mesmo que isso me cause dor e, às vezes, alguma solidão.</p>
<p>Na noite da tormenta fui relembrada pelo meu querido pai, homem que me deu de presente parte da força selvagem que tenho, que aqueles companheirinhos que morriam, dos quais eu podia ouvir choros lamentosos porque o fogo insano os cercou impiedosamente impedindo qualquer fuga, morriam de maneira heroica: lutando e sem medo de deixar ir.</p>
<p>No reino destes nobres companheiros, relembrou meu pai, não há hipocrisia, nem fingimento, nem egoísmo, nem covardia. Há sim uma espécie de inteligência do instinto que sabe que toda vida é feita para morrer. Não há, portanto, beleza maior do que a ave que morre em pleno vôo ou do ser que morre no puro exercício de sua máxima potencialidade. Tristeza, disse ele, é morrer por covardia, por medo fraco, por não escolher ser o melhor que se pode a cada momento e até o final. Pois não há preguiça ou covardia entre as formigas. Esta é uma praga que acomete somente a raça humana, da qual às vezes eu não gosto de fazer parte.</p>
<p>Mas quando meu coração se acalma e eu retomo meu santuário repleto de luz, de calor e de belas cores, resgato o meu lugar no mundo. E relembro que cada ser vivo tem uma missão na vida. E que renegá-la, isso sim, é a pior morte que existe!</p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/hoje-estou-de-luto/">Hoje estou de luto.</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
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