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	<title>Blog de Psicanálise</title>
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	<description>Conheça o que é a psicanálise lendo o blog da psicanalista Ana Laura Moraes Martinez. Discussões de filmes, livros e temas que gerem reflexão e auto conhecimento!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 29 Jul 2014 21:32:44 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Qual o preço a ser pago pela liberdade? E pela não liberdade?</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/qual-o-preco-a-ser-pago-pela-liberdade-e-pela-nao-liberdade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 10:39:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexões sobre o cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Alienação]]></category>
		<category><![CDATA[angústia]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto que faz reflexões sobre a dificuldade em mantermos o espírito livre nos dias atuais </p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/qual-o-preco-a-ser-pago-pela-liberdade-e-pela-nao-liberdade/">Qual o preço a ser pago pela liberdade? E pela não liberdade?</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-661 " title="Pensar" src="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/12/Pensar-234x300.jpg" alt="" width="168" height="215" />Para iniciar minhas reflexões sobre a liberdade inspiro-me no pensamento incrível proferido por Nelson Mandela, homem que lutou bravamente pela liberdade na África do Sul, ao ser preso: “<em>Vocês podem tirar tudo de mim. Menos a minha liberdade de pensar”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Mandela referia-se à liberdade mais incrível que um ser <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/">humano</a> pode acessar (ao contrário de todos os outros animais) que é a consciência de si mesmo, de sua condição histórica e social, pois, só homens têm uma consciência política de sua existência!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-657"></span>Mas, por que me sinto tão <em>blasé </em>falando de consciência política nos dias atuais? Mandela infelizmente estava sendo otimista quando dizia que não é possível aprisionarem nossa capacidade de pensar, radicalizando a ideia de liberdade individual. Afinal, não foi Marx que nos ensinou que a alienação (impossibilidade do homem pensar e dar sentido à sua existência) pode sim ser gerada por um dado sistema econômico? Ou seja, para ele, nós não somos seres livres e determinados pelas nossas vontades, mas fruto de manipulações do capital sobre o desejo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tempos de guerra:</h2>
<p style="text-align: justify;">A meu ver vivemos hoje em tempos de guerra. Não me refiro às guerras feitas com armas, às guerras contra a fome e contra a miséria&#8230; Todas elas existem, sem sombra de dúvida. Mas, me refiro aqui a outra guerra, silenciosa, que age de forma subterrânea em nossas mentes fazendo-nos correr riscos terríveis: risco de perdermos de vista quem nós somos; risco de pararmos de nos perguntar por que eu faço isso ou aquilo. Enfim, corremos sérios riscos de nos bestializarmos. Já perceberam como nada mais nos abala? Mais um massacre nos Estados Unidos? Ah, vamos discutir a política do desarmamento. Não vejo discussão mais tola que essa. Sabem por quê? Porque esta discussão passa longe do problema estrutural que vivemos hoje não só nos Estados Unidos, mas no mundo todo, sobretudo na cultura ocidental. O problema terrível do individualismo, exacerbado e potencializado pela perversão do consumo. Se eu quero ter uma arma, o que é que o Estado tem a ver com isso? Quem é o Estado, a comunidade ou a nação para cercear o MEU desejo?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Conhecimento = co-nascimento:</h2>
<p style="text-align: justify;">Na academia e nos bancos escolares a coisa não é diferente porque tudo hoje passa pela lógica do mercado. Eu quero que você produza conhecimento para mim, dê mais aulas, produza mais. Triste ver como os bancos universitários estão se esquecendo de que conhecimento, segundo a minha querida <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/">Psicanálise</a>, tem a ver com nascimento e para haver nascimento, de qualquer ideia que seja, é necessário que se suporte alguma dor. E quem é que está interessado em falar de dor nos dias de hoje? Dias em que se toma remédio para tudo? Em que se busca solução imediata para qualquer dor da alma?</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, vamos produzindo (na família, na escola, nas empresas) pessoas incapazes de suportar qualquer dor / frustração, que funcionam como crianças vivendo sob a égide do princípio do prazer. Você não serve para mim? Eu te troco. Não fez o que eu mandei? Deleto você do meu registro mental.</p>
<p style="text-align: justify;">Sei que estou sendo um pouco pessimista e sei também (e isso me alivia muito) que há ainda muitos nichos de resistência. Pessoas firmemente apegadas à realidade. Pessoas que não acreditam que o mundo vai acabar em dezembro de 2013 e que suportam a percepção de que há sempre muito, muito trabalho a ser feito. E, que como dizia o próprio Mandela, depois de uma montanha, há muitas outras a serem escaladas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Qual o preço a ser pago por ser livre? E por não ser?</h2>
<p style="text-align: justify;">No título do artigo falo sobre o preço a ser pago pela liberdade e gostaria de retomar esta questão. Por que nos desalienarmos, processo que a meu ver é função preciosa de uma análise, é tão caro? Em todos os sentidos? Caro no sentido de valoroso, mas também de custoso, não só no sentido financeiro, mas, sobretudo emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">E a resposta mais simples que eu consigo dar é: por que tentarmos manter uma existência livre (vejam que digo tentarmos, não digo que vamos conseguir porque aqui o que importa é mais o estado de espírito do que o resultado final) é custoso para a mente humana.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Luta entre vida e morte, entre pensamento e paralisia:</h2>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-662" title="Freud" src="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/12/Freud.bmp" alt="" />Penso que quando<a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/"> Freud</a> nos ensinou lindamente sobre o a luta ferrenha que habita em nós entre as pulsões de vida (Eros) e de morte (Tanatos) ele estava falando exatamente disso. Do ponto de vista conceitual, Eros pode ser compreendido como um impulso de ligação, de agregação. Já Tanatos representa as forças pulsionais de desligamento, ou seja, que tendem a levar o sujeito de volta à inércia, ao estado zero de tensão, que em última instância corresponde à morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/">Freud</a> chama a atenção que dentro de cada um de nós há uma luta ferrenha e constante entre o desejo de construir, de agregar e o desejo de retorno à inércia ou ao estado nirvânico, como ele chama. A questão é que pensamentos verdadeiros que nascem de uma alma que se deseja livre só podem ser gestados pela pulsão de vida e não pela pulsão de morte. Por isso é que estamos sempre às voltas com sentimentos de esperança e de desesperança, com os quais temos que lutar internamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Somado a isso temos outros desafios que precisamos suportar: percepção da nossa consciência mortal e finita; percepção da nossa fragilidade, da fragilidade do nosso corpo e dos nossos vínculos. Ufa, é coisa demais para a mente suportar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">E quando mais livre (menos anestesiada) a pessoa vive, mas ela tem que suportar estas pressões internas e externas. Penso que é por isso que a passagem bíblica, que me parece tão verdadeira diz: “A quem muito foi dado, muito será exigido”.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, a liberdade nos cobra um alto preço, é verdade. Mas, eu pergunto a vocês. E a não liberdade? Qual o preço que pagamos por ela? Qual o preço que pagamos por não vivermos com paixão? Por vivermos levando com a barriga, tocando a vida “como Deus quer”? Sem sombra de dúvida, eu posso garantir a vocês que o preço a ser pago quando se vende a alma é muito, muito mais caro. Por aí, paga-se com a vida, com a mente, com a alma. E isso, meu caro, é tudo o que temos para fazer a vida valer a pena.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem alma, sem paixão, sem luta, não há motivação para a vida. Há só a morte – morte em vida.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão é que estamos sempre tendo que fazer esta escolha: arcar com o custo da liberdade ou com o custo ainda maior da ausência dela. Qual você vai escolher hoje?</p>
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<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
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		<title>Angústias de Natal e de Ano Novo e a necessidade de comprar presentes.</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/angustias-de-natal-e-de-ano-novo-e-a-necessidade-de-comprar-presentes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 11:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexões sobre o cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[angústia]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto que faz breves reflexões sobre a necessidade de comprar presentes em datas festivas de final de ano. </p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/angustias-de-natal-e-de-ano-novo-e-a-necessidade-de-comprar-presentes/">Angústias de Natal e de Ano Novo e a necessidade de comprar presentes.</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft  wp-image-652" title="consumismo" src="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/12/consumismo2-300x203.jpg" alt="" width="223" height="151" />Não precisamos fazer muito esforço para perceber, com a proximidade das datas de Natal e Ano Novo, o predomínio nas pessoas de um funcionamento que chamamos na Psicanálise de estado maníaco. Explico-me. Segundo<a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br"> Melanie Klein</a>, defesas maníacas (tentativa de controle sobre o objeto) têm como propósito a evitação do contato com angústias depressivas que derivam do sentimento de perda de algo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-644"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Experimente ir a um shopping-center neste período e notará o clima de excitação e agitação no ar. Pessoas enlouquecidas correndo de um lado para o outro PRECISANDO comprar presentes. Não importa o que e nem para quem será o presente. O ato de comprar importa mais do que o presentar em si.</p>
<p style="text-align: justify;">Do ponto de vista <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/">psicanalítico</a>, precisar fazer algo de forma compulsiva corresponde a uma necessidade peremptória de realizar uma ação (neste caso o ato de comprar) para evitar que a mente seja invadida por sentimentos desprazerosos. Trata-se, portanto, de uma ação de evitação, ou, para falar psicanaliticamente, de uma evitação fóbica. Eu compro bastante para evitar ficar triste&#8230; É por isso que é tão comum ouvirmos pessoas se queixarem de que no final do ano ficam mais tristes e deprimidas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Mas, porque o FINAL de ano ativa em nós angústias depressivas?</h2>
<p style="text-align: justify;">Eu não disse anteriormente que a angústia depressiva está ligada ao sentimento subjetivo de perda de algo?  Mas o que é que sentimos estar perdendo nesta época do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste período, que envolve as festividades de Natal e de Ano Novo, somos impelidos a entrarmos em contato com sentimentos ligados aos ciclos de vida e morte, que são expressos, respectivamente, pelo nascimento do menino Jesus e pela morte do ano velho.</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-647" title="00colonn" src="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/12/00colonn1-223x300.jpg" alt="" width="223" height="300" />Não sei se já pararam para pensar nisso, mas tanto no nascimento quanto na morte há perdas significativas que precisamos tolerar. No primeiro caso, há a perda do útero e o trauma do nascimento e todo o esforço que nós tivemos que fazer para sobreviver, na condição frágil de um bebê, em um mundo hostil e desconhecido. No segundo caso, há a perda da vida, do nosso corpo e vitalidade. É por isso que nos sentimos tão identificados com o bebê menino Jesus na manjedoura. Por que em nossos inconscientes, todos nós sabemos o que é vivenciar a condição de um bebê frágil e perseguido (pelo seu mundo interno).</p>
<p style="text-align: justify;">Então, acredito que nestes períodos revivemos, de forma coletiva, <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/">angústias</a> primitivas deste tipo que ficaram inscritas em nosso inconsciente de maneira atávica.</p>
<p style="text-align: justify;">Como medidas fóbicas, ou seja, de evitação da irrupção destas angústias de perda, temos um rol de coisas que fazemos nesta época: 1)reunir-nos em grupo &#8211; em grupo o bicho papão fica sempre um pouco dissipado, pois, podemos terceirizar em algum grau a nossa angústia. Quem nunca ouviu uma tia te dizer na noite de Natal que você estava com uma carinha triste, quando na verdade você estava ótima?  2)comprar presentes – que é o que estamos tratando aqui; 3)embebedar-se até não saber mais quem você é; 4) soltar fogos de artifício, pois, com aquele barulho todo quem é que vai conseguir ouvir o que está dizendo a sua cabeça?</p>
<p style="text-align: justify;">Como nosso tema é o ato compulsivo de comprar, é importante sabermos que esta não é a única maneira que temos de lidar com nosso bicho-papão interno. Aliás, todas estas medidas que eu elenquei são medidas, às vezes necessárias, é verdade, mas pobres, porque em nenhuma delas eu posso de fato viver o que está se passando dentro de mim. São todas formas de me evadir do que eu estou sentindo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Mas de que outra forma isso pode ser vivido?</h2>
<p style="text-align: justify;">Na medida em que a mente do indivíduo tem maiores condições de conter angústias depressivas, esta época pode ser propícia para balanço e reflexões. Neste caso, a pessoa poderá se deixar penetrar sim pela beleza dos enfeites e das luzes, sentindo com isso uma espécie de enlevo e paz interior. E poderá, inclusive, rever qual o sentido de dar um presente para esta ou aquela pessoa, fazendo isso por um ato consciente de vontade e não por um impulso que visa aplacar angústias intoleráveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo irá depender, portanto, da capacidade de contenção e acolhimento destas angústias depressivas naquele momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero ter conseguido transmitir a ideia que pretendia: não sou contrária ao ato de presentear alguém, algo que pode ser extremamente prazeroso. Mas, o que tentei discutir é que a necessidade compulsiva por comprar presentes nesta época do ano pode, na verdade, estar ao serviço do aplacamento de angústias profundas das quais o sujeito não se dá conta.</p>
<p style="text-align: justify;">De minha parte, acho este período do ano uma delícia. Não para me meter em um shopping, mas para olhar as luzes, rever escolhas, fazer projetos&#8230; Enfim, para renovar, como diria Carlos Drummond de Andrade:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,</p>
<p>a que se deu o nome de ano,</p>
<p>foi um indivíduo genial.</p>
<p>Industrializou a esperança</p>
<p>fazendo-a funcionar no limite da exaustão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Doze meses dão para qualquer ser humano</p>
<p>se cansar e entregar os pontos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez</p>
<p>com outro número e outra vontade de acreditar</p>
<p>que daqui para diante vai ser diferente&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/angustias-de-natal-e-de-ano-novo-e-a-necessidade-de-comprar-presentes/">Angústias de Natal e de Ano Novo e a necessidade de comprar presentes.</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
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