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	<title>Blog de Psicanálise</title>
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	<description>Conheça o que é a psicanálise lendo o blog da psicanalista Ana Laura Moraes Martinez. Discussões de filmes, livros e temas que gerem reflexão e auto conhecimento!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 29 Jul 2014 21:41:43 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Palestra e relançamento do livro O divã no dia a dia na XIV Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2014 16:54:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros Publicados]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[O divã no dia a dia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[XIV Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 27 de fevereiro fui convidada par falar do meu livro &#8220;O divã no dia a dia&#8221;, no programa Diálogo Aberto, de Edmo Bernardes. Participaram comigo neste programa, os escritores Nelson Jacinto e Ely Vieitez Lisboa &#8211; pessoas extremamente acolhedoras que não só me apadrinharam, como verdadeiros pais postiços, em meus primeiros passos na &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/palestra-e-relancamento-livro-o-diva-dia-dia-na-xiv-feira-nacional-livro-de-ribeirao-preto/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Palestra e relançamento do livro O divã no dia a dia na XIV Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto</span></a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/palestra-e-relancamento-livro-o-diva-dia-dia-na-xiv-feira-nacional-livro-de-ribeirao-preto/">Palestra e relançamento do livro O divã no dia a dia na XIV Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2></h2>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft" src="https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ3A5mD4EZRjUpUT9Rd-SpVmOVEo6shn2c1zpfIoXdxFzgyFaT5" alt="" width="438" height="96" />No dia 27 de fevereiro fui convidada par falar do meu livro &#8220;O divã no dia a dia&#8221;, no programa Diálogo Aberto, de Edmo Bernardes.</p>
<p style="text-align: justify;">Participaram comigo neste programa, os escritores Nelson Jacinto e Ely Vieitez Lisboa &#8211; pessoas extremamente acolhedoras que não só me apadrinharam, como verdadeiros pais postiços, em meus primeiros passos na escrita, mas também fizeram o convite para que eu relançasse meu livro na XIV Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-879"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, é com imenso prazer que convido a todos vocês para assistirem a minha fala, que acontecerá no dia 23 de maio (sexta-feira) a partir das 13 horas, no Estande de autores de Ribeirão Preto. E, em seguida, às 14 horas,  convido-os para estarem comigo no relançamento do meu livro e em sessão de autógrafos.</p>
<h2>A palestra:</h2>
<p>O título que propus para a minha fala é &#8220;Entre a literatura e a psicanálise: como nascem as ideias?&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft" src="https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQdQrCKr1ZfYJcOwfqOkcbgGPjw6FGZRmeMylgJGrCyw3x_aLgfcA" alt="" width="248" height="203" />Minha proposta nesta fala, além de oferecer aos ouvintes uma aproximação com o universo psicanalítico, será traçar um diálogo entre o fazer criativo que acontece na escrita de uma obra e aquele que ocorre em um contexto analítico. Proporei que é, do casamento fértil entre as dimensões consciente e  inconsciente, ou, dito de outro modo, entre o pensar e o sentir, que depende o nascimento de novas ideias. Também proporei em minha fala uma diferenciação entre arte e entretenimento, além de apresentar algumas reflexões sobre o papel fundamental que a arte possui na vida humana.</p>
<p>Conto com a presença de todos vocês  neste gostoso bate-papo sobre psicanálise e literatura.</p>
<h2>Palestra &#8211; Entre a psicanálise e a literatura: como nascem as ideias?</h2>
<h2>Data: 23 de maio de 2014</h2>
<h2>Horário: 13 horas</h2>
<h2>Local: Estande dos Autores de Ribeirão Preto (em frente à Esplanada do Pedro II)</h2>
<p>Para acessar a programação completa da Feira, clique <a href="http://http://www.feiradolivroribeirao.com.br/programacao/2014/5/#page/93">aqui</a>.</p>
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<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/palestra-e-relancamento-livro-o-diva-dia-dia-na-xiv-feira-nacional-livro-de-ribeirao-preto/">Palestra e relançamento do livro O divã no dia a dia na XIV Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
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		<title>A dor “parideira”.</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/a-dor-parideira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jun 2012 12:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexões sobre o cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto que faz reflexões sobre a importância de contermos a dor de forma criativa para que ela seja "parideira". </p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/a-dor-parideira/">A dor “parideira”.</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-558" title="mulher grávida" src="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/06/mulher-grávida-217x300.jpg" alt="" width="217" height="300" />Fiquei muito surpresa e feliz com o número de e-mails carinhosos que eu recebi na semana passada de pessoas agradecendo o meu texto “Reflexões sobre o amor maduro”.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquei pensando, ao receber este grande número de e-mails carinhosos, o que é que este texto tinha despertado nas pessoas. E mais, o que é que ele tinha de diferente dos outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-556"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Então, refletindo sobre isso cheguei à seguinte conclusão: a escrita deste texto surgiu de uma dor “parideira”. Portanto, este texto é filho da angústia – minha angústia por estar viva.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quando a dor é &#8220;parideira&#8221;?</h2>
<p style="text-align: justify;">
Estou usando aqui o modelo de um parto, por isso uso o termo “dor parideira”. O parto dói, é sofrido, angustiante, mas, se a mulher pode suportar esta dor com continência e amor, será brindada com um imenso prazer ao receber no mundo seu lindo bebê, que fora gerado pelo casal, numa relação amorosa. Estou sendo otimista, mas idealmente era assim que deveria acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, será que é a toa que muitas mulheres hoje pedem um parto sem dor? Isso é possível? É possível criar algo novo sem que haja alguma dor? É natural que os seres humanos tentem escapar a qualquer custo da dor (física ou mental), mas isso tem um custo e eu acho que o maior deles é que, quando evitamos a dor, também perdemos a possibilidade de sentirmos o prazer porque dor e prazer são duas faces da mesma moeda. Evitando a dor, evitamos também o prazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que a nossa mente funciona da mesma maneira: se podemos suportar doses (às vezes altas) de dor, de angústia, de vazio e de não saber, podemos ser brindados com o nascimento de lindas ideias (bebês) – ideias criativas, vivas e cheias de intensidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, acredito que foi por isso que este texto foi sentido pelas pessoas como um texto vivo e criativo – porque nasceu da possibilidade de eu poder conter a minha dor por estar viva.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Dor assassina:</h2>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-557" title="13394994" src="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/06/13394994-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" />Mas, há situações em que a dor não é “parideira”. Ela se torna assassina, cruel e terrível. Quando isso acontece? Quando não há, dentro da mente daquele que sente a dor, a possibilidade de contenção destes sentimentos intensos que são evacuados e passam a “atacar” a mente. Com isso, a pessoa não é mais capaz de aprender com as experiências da vida. Ela se torna refém da fuga de sua própria dor e entra num espécie de círculo vicioso. Isso soou um pouco teórico demais, mas é assim mesmo que funciona.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro dia uma aluna me perguntou em sala o que é dor mental e eu me vi em grandes apuros para tentar responder. Pensando depois com mais calma, acho que a minha dificuldade em dar uma resposta “satisfatória” a ela se deve ao fato de que dor a gente sente, a gente não explica. É muito difícil falar sobre a dor, não é? É por isso que eu continuo ensinando para os mais jovens. Por que com eles me vejo constantemente deslocada do velho, das teorias que vão envelhecendo na nossa boca de tanto serem repetidas. Com eles eu não deixo nunca de ir pra casa encucada e me perguntando: “como é que é mesmo isso?”.</p>
<p style="text-align: justify;">E então, finalizo a minha linha de raciocínio usando este “modelo de sala de aula” para dizer que as ideias novas não conseguem nascer sozinhas. Elas precisam de um par, do diferente, ou seja, daquilo me desloque do meu lugar confortável. Sem dúvida, tanto eu quanto a minha aluna curiosa, fomos naquele dia com novas ideias na cabeça e alguma dor “parideira” pronta pra fazer nascer algo novo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer coisa mais bonita que isso?</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços a todos e até a próxima semana.</p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/a-dor-parideira/">A dor “parideira”.</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
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