Recentemente vivi a interessante experiência de estar em uma partida de futebol, em uma final de campeonato; algo completamente inusitado e novo para mim.
Descreverei minhas sensações, impressões e sentimentos diante da experiência para, em seguida, propor uma análise sobre a função que jogos como futebol e outros esportes competitivos podem ocupar em uma sociedade. Para isso, irei embasar meu pensamento nas contribuições de Freud e da psicanálise no que se refere ao papel da repressão dos impulsos, sobretudo os agressivos, para que um projeto de sociedade seja viável.
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As ideias contidas neste texto são fruto de uma série de reflexões que pude fazer ao longo da semana passada e que foram motivadas pelo suicídio do ator Walmor Chagas e pelo filme francês “Amor”, de Michel Haneke, em exibição nos cinemas.
Para iniciar minhas reflexões sobre a liberdade inspiro-me no pensamento incrível proferido por Nelson Mandela, homem que lutou bravamente pela liberdade na África do Sul, ao ser preso: “Vocês podem tirar tudo de mim. Menos a minha liberdade de pensar”.