<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog de Psicanálise</title>
	<atom:link href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/duvidas-frequentes-sobre-o-atendimento/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/duvidas-frequentes-sobre-o-atendimento/</link>
	<description>Conheça o que é a psicanálise lendo o blog da psicanalista Ana Laura Moraes Martinez. Discussões de filmes, livros e temas que gerem reflexão e auto conhecimento!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 31 Jan 2019 12:50:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Reflexões sobre a relação do terapeuta com o dinheiro</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/reflexoes-sobre-a-relacao-do-terapeuta-com-o-dinheiro/</link>
					<comments>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/reflexoes-sobre-a-relacao-do-terapeuta-com-o-dinheiro/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2016 08:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes sobre o atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos e textos psicanalíticos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões sobre o cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[gozo]]></category>
		<category><![CDATA[prostituição]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/?p=1701</guid>

					<description><![CDATA[<p>Meu objetivo neste texto é elaborar algumas reflexões a respeito do fator monetário na relação terapêutica. Falando mais claramente minha proposta é refletir sobre o modo como o terapeuta lida com o fato de receber dinheiro para cuidar de seus pacientes e de como paga, ou não, o preço pelo gozo que isso lhe traz. &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/reflexoes-sobre-a-relacao-do-terapeuta-com-o-dinheiro/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Reflexões sobre a relação do terapeuta com o dinheiro</span></a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/reflexoes-sobre-a-relacao-do-terapeuta-com-o-dinheiro/">Reflexões sobre a relação do terapeuta com o dinheiro</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2016/01/download.jpg"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-1702 size-thumbnail" src="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2016/01/download-150x150.jpg" alt="download" width="150" height="150" /></a>Meu objetivo neste texto é elaborar algumas reflexões a respeito do fator monetário na relação terapêutica. Falando mais claramente minha proposta é refletir sobre o modo como o terapeuta lida com o fato de receber dinheiro para cuidar de seus pacientes e de como paga, ou não, o preço pelo gozo que isso lhe traz.</p>
<p style="text-align: justify;">Partirei para tanto de uma primeira imagem, provocadora: um analista se encontra com seu paciente algumas vezes por semana, que podem ser três ou quatro. O paciente se deita em um divã e o analista se coloca o mais confortavelmente possível atrás dele. Ambos estarão envolvidos durante os cinquenta minutos de encontro em uma tarefa altamente libidinal (leia-se prazerosa): associar livremente.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1701"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Quem já viveu esta experiência, seja como paciente ou como analista, sabe a quão prazerosa pode ser uma sessão de análise sobretudo quando as catexias libidinais estão a serviço do trabalho, algo que costuma ocorrer em fases mais adiantadas do trabalho. Diante disso, pergunto: É pertinente estabelecer algum paralelo possível entre o que faz um analista com seu paciente e o que faz a prostituta com seu cliente?</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui façamos uma pausa.</p>
<p style="text-align: justify;">O que faz a prostituta? Ela assume o seu gozo em fazer-se causa do desejo do outro, gozo pelo qual ela cobra um valor. Para o seu gozar, e o gozar do outro, empresta seu corpo por um tempo limitado. Penso que esta profissão, uma das mais antigas da humanidade, é condenada pela moralidade, exatamente porque nela a prostituta tenta realizar a totalidade do gozo sexual incestuoso com o qual o neurótico tanto sonha. Digo tenta porque a realização plena do desejo sexual é da ordem do impossível, embora no inconsciente todos nós ansiemos por ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos mais simplistas: a prostituta realiza aquilo com o qual a dona de casa sonha à noite; sonho que lhe cobra um preço, se for neurótica – o de manter obstinadamente limpa e asseada sua casa, se tiver uma tendência à neurose obsessiva, ou, apaixonar-se castamente pelo novo padre da paróquia, caso tenha uma tendência à histeria. Em termos estruturais, a prostituta tenta realizar perversa ou psicoticamente aquilo com que o neurótico sonha.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem. E o psicanalista? Transferencialmente ele também não se empresta todo, ainda que temporariamente, para revestir-se da libido de seu paciente? Só que diferentemente da prostituta, se o psicanalista não é perverso ou psicótico (o que significaria ele vir a ter relações sexuais com seu paciente), ele empresta não o seu corpo, mas a sua mente.</p>
<p style="text-align: justify;">Que mente é esta que ele empresta como modelo ao seu paciente? Diferentemente da prostituta, o analista sabe, uma vez tendo passado pela castração, que se deve abdicar da ilusão do gozo absoluto, pois isso significaria a morte do eu.  O prazer que ele propõe ao paciente é um prazer sublimado, parcial, que é o único possível ao ser humano inserido na cultura. Trata-se na análise, propriamente, do prazer da fala que representa o ingresso no mundo simbólico. É a isso que Freud se referiu quando dizia que a análise deve se passar em um clima de abstinência de ambos os lados.</p>
<p style="text-align: justify;">O analista, diferentemente da prostituta, sabe-se castrado e, portanto, sabe o quanto é da ordem do impossível o gozo absoluto do qual ele abriu mão no passado, não sem relutância, para poder pertencer à cultura humana. E é este o convite que ele fará ao seu paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos pacientes se rebelarão contra isso, negarão sua condição de seres castrados, leia-se, condenados a terem que se satisfazer com prazeres parciais, sublimados, o que significa abrir mão do desejo absoluto e pleno que a criança imagina experimentar na relação sexual incestuosa. Em um texto belíssimo de 1937 chamado “Análise terminável e interminável” Freud concluiu ser este o grande obstáculo à cura da neurose: o paciente se aferrar firmemente à ilusão de tudo poder realizar, de gozar plenamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, voltemos à questão do dinheiro. O que dinheiro tem a ver com gozo sexual? Tudo. Para a psicanálise, no inconsciente, o dinheiro é uma representação das fezes com as quais, no passado, a criança obteve seu quinhão de prazer anal retendo-as em seu intestino para depois soltá-las com violência e gozo.</p>
<p style="text-align: justify;">Deriva desta associação que existe entre dinheiro e prazer sexual a premissa, fortemente endossada pela cultura, de que acumular dinheiro é pecado, é feio. Seria o mesmo que a criança obstinadamente querer reservar para si todo o prazer que sente com a retenção de suas fezes. O dizer bíblico “é mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus” penso que também remeta a esta significação. Por isso eu disse no início que o analista será chamado em seu ofício a responder ao gozo que obtém do benefício financeiro que lhe trazem seus pacientes, em troca do atendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre achei muito curioso como a temática do dinheiro é evitada nos currículos de graduação e pós-graduação. Não me lembro de ter tido um professor na universidade que eu sentia tratar com liberdade o fato de que psicólogos devem sim receber dinheiro em troca do trabalho que realizam. É como se ao se adotarmos esta premissa o trabalho perdesse sua “nobreza”, fosse uma espécie de prostituição.</p>
<p style="text-align: justify;"> Parte-se, neste caso, de uma visão ingênua e idealizada da figura do terapeuta que, como um bom filantropo, humildemente dedica-se ao bem do pobre paciente, situação que revela um vínculo assentado em poder e submissão. Acho que nós profissionais da área psi ganharíamos muito mais se pudéssemos fazer uma análise profunda e corajosa das motivações mais inconscientes que nos levam à querem “cuidar” do outro. Mais revolucionário ainda seria se pudéssemos, humildemente, reconhecer que em muitas situações clínicas, se não em todas, o benefício terapêutico do contato com o paciente é igual, senão maior, para nós do que para ele. Afinal, o terapeuta que nunca esteve às voltas com uma questão pessoal que pôde ser melhor compreendida enquanto o seu paciente associava sobre o mesmo problema, que atire a primeira pedra.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez parte do sentimento culposo que ganhar dinheiro neste ofício pode provocar em algumas situações derive exatamente daí. Acabo de me lembrar que certa vez ouvi um músico dizer que ficava muito envergonhado por fazer algo que lhe dava tanto prazer e ainda por cima ganhar dinheiro com isso, situação que revela o quanto a mente humana é frágil para conter sentimentos prazerosos e de gozo.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente que se se fica numa relação parcial com o dinheiro (o dinheiro pelo dinheiro), isso é motivo de análise. Acumular pelo simples prazer de acumular pode significar, no analista, que houve uma fixação ainda não devidamente elaborada nas vivências anais. Mas não é disso que estou falando. Estou falando que o dinheiro proporciona, na sociedade em que vivemos, muitas experiências prazerosas. Viajar, comer bem, morar em um lugar bacana, ir ao cinema e ao teatro; tudo isso e muito mais que o dinheiro pode proporcionar.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, penso que a questão de base pode ser a dificuldade do profissional em assumir-se como alguém que goza com aquilo que o dinheiro lhe proporciona, algo que, como sabemos, faz despertar aspectos invejosos e superegóicos da própria mente e da mente dos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, acredito que pode ser uma perda muito grande para a dupla se o analista, por não ser capaz de sustentar em si as turbulências emocionais derivadas deste gozo.</p>
<p style="text-align: justify;">Levando a hipótese de que este tipo de negação, no analista, pode provocar na dupla sentimentos de assepsia e de esterilidade, com tendência ao paciente idealizar o terapeuta como uma pessoa que não come, não defeca, não precisa de dinheiro, não faz sexo e, finalmente, não morre porque tampouco está vivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero ter atingindo o meu objetivo neste texto e refletido sobre o quanto falar o mais aberta e honestamente possível de dinheiro com nossos pacientes pode ser salutar em uma relação de análise. Afinal de contas, tudo o que o paciente mais necessita é sentir que está na sala com outro ser humano.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/reflexoes-sobre-a-relacao-do-terapeuta-com-o-dinheiro/">Reflexões sobre a relação do terapeuta com o dinheiro</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/reflexoes-sobre-a-relacao-do-terapeuta-com-o-dinheiro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Supervisão online em psicanálise</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/supervisao-online-em-psicanalise/</link>
					<comments>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/supervisao-online-em-psicanalise/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[reinaldo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 17:22:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes sobre o atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Pergunte ao psicanalista]]></category>
		<category><![CDATA[supervisão em psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[supervisão online]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/?p=1599</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se você é psicólogo ou psiquiatra, atende no consultório utilizando a psicanálise ou pretende aprender a utilizá-la no trabalho com os seus pacientes, agora você tem a chance de fazer supervisões pela internet. A supervisão em psicanálise online é uma saída muito interessante, pois disponibiliza o conhecimento psicanalítico a um número maior de pessoas que, de outra &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/supervisao-online-em-psicanalise/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Supervisão online em psicanálise</span></a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/supervisao-online-em-psicanalise/">Supervisão online em psicanálise</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="wp-image-1623 alignleft" src="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2015/10/supervisão-online-em-psicanálise-300x158.png" alt="supervisão online em psicanálise" width="308" height="162" srcset="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2015/10/supervisão-online-em-psicanálise-300x158.png 300w, https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2015/10/supervisão-online-em-psicanálise.png 600w" sizes="(max-width: 308px) 100vw, 308px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Se você é <strong>psicólogo ou psiquiatra</strong>, atende no consultório utilizando a psicanálise ou pretende aprender a utilizá-la no trabalho com os seus pacientes, agora você tem a chance de fazer supervisões pela internet.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>supervisão em psicanálise online</strong> é uma saída muito interessante, pois disponibiliza o conhecimento psicanalítico a um número maior de pessoas que, de outra maneira, não teria acesso aos conhecimentos de um psicanalista numa supervisão presencial.<span id="more-1599"></span></p>
<h2>Como funciona a supervisão online?</h2>
<p style="text-align: justify;">A <strong>supervisão em psicanálise online é realizada via Skype ou pelo telefone</strong> e tem duração de uma hora, exatamente como numa supervisão convencional.</p>
<p style="text-align: justify;">Nela, necessariamente, o profissional apresentará uma <strong>sessão transcrita na íntegra</strong> com o paciente para o qual demanda reflexão. O anonimato do paciente deve ser preservado.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, o psicólogo ou psiquiatra interessados receberá <em>insights</em> que ajudarão no desenvolvimento do seu caso e ainda, receberá a indicação de leituras relacionadas a fim de ampliar a sua compreensão do mesmo.</p>
<h2>Por que a supervisão é importante?</h2>
<p style="text-align: justify;">Jacques Lacan (1958/1998) dizia que o único impedimento para que o paciente conheça o seu inconsciente é o próprio analista. Na prática, isso significa que grande parte das desistências das psicoterapias ou das análises são motivadas pelas resistências do próprio terapeuta em ir mais fundo no inconsciente do seu paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, a possibilidade de se poder sustentar a identidade do ser psicanalista, que está longe de ser dada pelo aval de uma instituição, passa muito mais pelo percurso solitário e árduo do mesmo em suas próprias análises e sustentação de profissionais mais experimentados nesta arte.</p>
<h2>Forma de pagamento e agendamento da supervisão</h2>
<p style="text-align: justify;">O valor da supervisão online é o mesmo de uma sessão com a psicanalista, ou seja, R$ 180,00. Para agendar, o interessado deve primeiramente realizar o pagamento no botão abaixo. Depois de recebido o valor, a supervisora entrará em contato por e-mail para agendamento da supervisão.</p>
<p><!-- INICIO FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --></p>
<form action="https://pagseguro.uol.com.br/checkout/v2/payment.html" method="post"><!-- NÃO EDITE OS COMANDOS DAS LINHAS ABAIXO --><br />
<input name="code" type="hidden" value="2880C796B1B1FE0AA41B4FA12AE63757" /><br />
<input alt="Pague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!" name="submit" src="https://p.simg.uol.com.br/out/pagseguro/i/botoes/pagamentos/209x48-comprar-laranja-assina.gif" type="image" /></form>
<p><!-- FINAL FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --></p>
<h2>Quem é a supervisora?</h2>
<p>Ana Laura Moraes Martinez é:</p>
<ol>
<li style="text-align: justify;">Docente convidada do curso de Especialização em Teorias e Técnicas Psicanalíticas do Instituto de Estudos Psicanalíticos (IEP de Ribeirão Preto)</li>
<li style="text-align: justify;">Supervisora e docente do curso de Especialização em Psicoterapias de Abordagem Psicanalítica do Centro Universitário Barão de Mauá (Ribeirão Preto).</li>
</ol>
<h2>Formação acadêmica</h2>
<ol>
<li style="text-align: justify;">Em 2011, concluiu <strong>Doutorado em Psicologia</strong> pela <strong>Universidade de São Paulo</strong>, com ênfase em Psicanálise.</li>
<li style="text-align: justify;">Em 2005 concluiu Mestrado em Psicologia pela Universidade de São Paulo, com ênfase no estudo do Desenvolvimento Humano.</li>
<li style="text-align: justify;">Formou-se em Psicologia pela Universidade de São Paulo (Campus Ribeirão Preto) em 2003. Desde então, dedica-se ao <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/atendimento-clinico-criancas.php">atendimento psicanalítico de crianças</a>, <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/atendimento-clinico-adolescentes.php">adolescentes</a> e <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/atendimento-clinico-adultos.php">adultos</a> no consultório.</li>
</ol>
<h2>Experiência Clínica</h2>
<p style="text-align: justify;">Durante muitos anos foi supervisora de estágios clínicos na abordagem psicanalítica e professora das disciplinas ligadas à psicanálise em cursos de graduação em Psicologia.</p>
<p style="text-align: justify;">No <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/">consultório de psicanálise em Ribeirão Preto</a>, dedica-se às atividades formadoras oferecendo <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/supervisao-psicanalise-ribeirao-preto.php">supervisão psicanalítica presencial</a> e coordena <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/psicanalise-sigmund-freud.php">grupos de estudos sobre psicanálise</a> dirigidos aos estudantes de graduação em Psicologia e Medicina e aos profissionais interessados no tema.</p>
<h2>Escritora</h2>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignright" src="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/livro/livro-eu-clarice.png" alt="ebook eu clarice" width="146" height="281" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright" src="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/imagens/livro-diva-no-dia-dia-cronicas-do-cotidiano-sob-olhar-da-psicanalise.png" alt="livro do diva no dia dia" width="170" height="256" />Em 2011 publicou seu primeiro livro sobre Psicanálise intitulado “O divã no dia a dia: crônicas do cotidiano pelo olhar da psicanálise” pela Editora IELD.</p>
<p style="text-align: justify;">E em 2015 publicou de forma independente o que denomina seu primeiro romance psicanalítico intitulado “Eu, Clarice”. Além disso, mantém uma atividade constante como escritora em seu <a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/">blog de psicanálise e literatura</a></p>
<h2>Ficou interessado?</h2>
<p>Entre em contato com a Ana Laura. Ela irá lhe responder assim que possível.</p>
<p><!--more--></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/supervisao-online-em-psicanalise/">Supervisão online em psicanálise</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/supervisao-online-em-psicanalise/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os passos antes de se procurar um psicanalista</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/os-passos-antes-de-se-procurar-um-psicanalista/</link>
					<comments>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/os-passos-antes-de-se-procurar-um-psicanalista/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Oct 2015 12:34:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes sobre o atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[dúvida sobre o momento de procurar ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/?p=1561</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para que o trabalho de um psicanalista seja eficiente você realmente deve estar motivado para receber auxílio. Este é o primeiro ponto. Normalmente, entre os primeiros sinais do desejo de procurar auxílio e a procura efetiva, a pessoa demora um tempo, que pode variar de meses a anos, para finalmente conquistar coragem e marcar uma primeira consulta. &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/os-passos-antes-de-se-procurar-um-psicanalista/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Os passos antes de se procurar um psicanalista</span></a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/os-passos-antes-de-se-procurar-um-psicanalista/">Os passos antes de se procurar um psicanalista</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1145 size-thumbnail" src="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images-3-150x150.jpg" alt="images (3)" width="150" height="150" /></a>Para que o trabalho de um <strong><a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanalista</a></strong> seja eficiente você realmente deve estar motivado para receber auxílio. Este é o primeiro ponto.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, entre os primeiros sinais do desejo de procurar auxílio e a procura efetiva, a pessoa demora um tempo, que pode variar de meses a anos, para finalmente conquistar coragem e marcar uma primeira consulta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Decidi marcar. E agora?</h2>
<p style="text-align: justify;">Depois de tomada a decisão em marcar uma primeira conversa com o psicanalista, a pessoa viverá emoções intensas até o horário agendado.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1561"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ela poderá pensar em desistir porque, afinal, não está tão mal assim. Ou ela se sentirá envergonhada por estar precisando da ajuda de um desconhecido.</p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas de ansiedade (agitação, coração palpitando, tremor e sudorese) também poderão ocorrer nos momentos que antecedem o encontro.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a motivação não é forte, muitos desistirão neste momento: irão ligar desmarcando a consulta alegando terem outro compromisso qualquer ou nem ligarão para comunicar o profissional da sua desistência.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta desistência quase sempre é vivida pela pessoa como sinal de fracasso.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, se ela conseguiu vir, sentirá alívio por ter vencido os primeiros sinais de resistência a procurar ajuda.</p>
<h2 style="text-align: justify;">E o que acontece em seguida?</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma vez no consultório do psicanalista, se a pessoa se sentir acolhida pelo profissional, ela comunicará o que lhe incomoda e o que a fez buscar auxílio. Este momento é vivido com um misto de sentimentos de esperança renovada por, finalmente ter encontrado alguém capaz de ouvi-la de verdade e de desconfiança com relação ao <strong><a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanalista</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a esperança e o instinto de vida predominar, a pessoa continuará vindo e aproveitará ao máximo os recursos que a análise irão trazê-la para se desenvolver.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela terá conseguido dar o primeiro e difícil passo rumo a mudanças transformadoras em sua personalidade e vida.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ainda tenho dúvida se o meu caso é para <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanálise</a>. Aí vão algumas dicas sobre situações em que a psicanálise pode ajudar:</h2>
<ol>
<li style="text-align: justify;">Percebe que está sempre se envolvendo com o mesmo tipo de parceiro amoroso ou quando está prestes a ter um sucesso, você faz algo para estragá-lo.</li>
<li style="text-align: justify;">É tipo melancólico que não se adapta ao ideal de felicidade que é apregoado hoje em dia. Sente-se deslocado, está sempre repleto de indagações filosóficas sobre a vida e sobre a morte e não encontra companhia para pensar sobre suas angústias.</li>
<li style="text-align: justify;">Sente-se impelido a se envolver em ações destrutivas (com sexo, drogas e bebidas) como se estivesse possuído por outro “eu”.</li>
<li style="text-align: justify;">Encontra muita dificuldade para se separar das pessoas e dos objetos que “ama”. Tem absoluto pânico de ficar sozinho. Quando se vê forçado a ficar só é invadido por um terrível e desolador sentimento de vazio e tédio.</li>
<li style="text-align: justify;">Não consegue sentir prazer na vida, no trabalho e nas relações em geral.</li>
<li style="text-align: justify;">Envolve-se com frequência em intrigas e brigas: no trabalho, no trânsito, na família e com os amigos. Sente que as pessoas estão conspirando contra você o tempo todo.</li>
</ol>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/os-passos-antes-de-se-procurar-um-psicanalista/">Os passos antes de se procurar um psicanalista</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/os-passos-antes-de-se-procurar-um-psicanalista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mitos sobre o atendimento psicológico</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-atendimento-psicologico/</link>
					<comments>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-atendimento-psicologico/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2015 08:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes sobre o atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[mitos]]></category>
		<category><![CDATA[mitos sobre o atendimento psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[sessão de terapia GNT]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://psicologiaribeiraopreto.com.br/blog/?p=4</guid>

					<description><![CDATA[<p>É bastante compreensível que as pessoas não tenham um conhecimento realista do que se passa dentro de uma sala de psicanálise, algo que é facilmente explicado pela ausência de experiências reais com a situação. Também é compreensível que as pessoas julguem a situação &#8220;real&#8221; a partir da experiência de parentes ou colegas que fizeram ou &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-atendimento-psicologico/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Mitos sobre o atendimento psicológico</span></a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-atendimento-psicologico/">Mitos sobre o atendimento psicológico</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1145 size-thumbnail" src="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images-3-150x150.jpg" alt="images (3)" width="150" height="150" /></a>É bastante compreensível que as pessoas não tenham um conhecimento realista do que se passa dentro de uma<a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php"> <strong>sala de psicanálise</strong></a>, algo que é facilmente explicado pela ausência de experiências reais com a situação.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é compreensível que as pessoas julguem a situação &#8220;real&#8221; a partir da experiência de parentes ou colegas que fizeram ou fazem <strong>terapia</strong>, o que é complicado uma vez que a experiência do outro está sempre perpassada por suas próprias emoções.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6"></span></p>
<h2 style="text-align: justify;">Vamos dar um exemplo:</h2>
<p style="text-align: justify;">Suponhamos, por exemplo, que a terapeuta da sua vizinha mostrou a ela algo de si mesma que a tenha deixado desconfortável e com raiva. Por um mecanismo muito usual chamado <strong>projeção</strong>, a vizinha passará a achar a sua terapeuta incompetente e incapaz de ajudá, algo que se estenderá a todos os terapeutas do planeta e (o que não é incomum) e à terapia como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, pode ser que a vizinha, naquele momento, esteja idealizando (endeusando) a sua terapeuta. Nesse caso, não só a vizinha estará &#8220;amando&#8221; a sua terapeuta, falando bem dela para todo mundo e recomendando a terapia como a melhor coisa que existe.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por que isso acontece?</h2>
<p style="text-align: justify;">Eu contei estas duas estórias  para explicar algo muito simples: <strong>os julgamentos e percepções do ser humano sobre um fato não são nada confiáveis</strong>; ao contrário, são tendenciosos e mudam de acordo com os sentimentos de amor ou de ódio predominantes no momento.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O melhor jeito de conhecer como funciona uma <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanálise</a> é fazendo:</h2>
<p style="text-align: justify;">Por isso, o melhor jeito de conhecer como é uma terapia é fazendo e não ouvindo a experiência dos outros. Este é o melhor remédio para que os mitos sejam desmistificados.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Os mitos:</h2>
<p style="text-align: justify;">O que são mitos? Mitos são estórias que o ser humano inventa desde sempre para dar um sentido ou explicação para algo que não conhece.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, o homem antigo não sabia explicar porque o sol aparecia toda a manhã e desaparecia toda a noite. Então, criou o mito de que havia um deus que carregava o sol em sua carruagem, fazendo-o aparecer e desaparecer a cada dia. Note, portanto, que o mito  em sua definição mais coerente é uma <strong>explicação fantasiosa e irreal</strong> sobre um fato que transcende ou extrapola nossa capacidade de compreensão racional (pelo menos naquele momento). Voltando à estória do sol, depois da ciência ter descoberto que o sol &#8220;aparece&#8221; e &#8220;desaparece&#8221; porque a Terra gira ao redor do sol não fazia mais o menor sentido continuar acreditando no mito do deus-sol.</p>
<p>Certo?</p>
<p style="text-align: justify;"> Essa questão dos mitos é interessante porque se pensarmos em termos evolutivos, o homem primitivo (que acreditava no deus-sol) equivaleria, em termos ontogenéticos, à criança que acredita em monstros, não porque seja tola, mas porque ainda não está psiquicamente madura para compreender que o monstro é uma criação fantasiosa sua para explicar e lidar com o seu ódio.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O pensamento animista do homem:</h2>
<p style="text-align: justify;">Nessa perspectiva, quando um paciente vem à análise pela primeira vez, ele vem como o homem primitivo ou como a criança: aterrorizado por uma série de falsas crenças, amedrontado por monstros e desejoso por encontrar um deus bom (ou um analista-deus) capaz de livrá-lo daquilo que ele sente mas não compreende. Não faz isso porque seja tolo, mas porque ainda não foi capaz de desenvolver condições internas para encontrar um sentido lógico àquilo que ele sente e vive.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal como a <strong>criança</strong> ou como o <strong>homem primitivo</strong>, sentira medo do analista quando estiver tomado pelo ódio e esperança de se encontrar com um analista bondoso e compreensivo quando estiver tomado por sentimentos amorosos. Na psicanálise, chamamos este pensamento de <strong>animista. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por isso grande parte de um <strong><a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">trabalho de análise</a></strong> é ajudar o paciente a encontrar um sentido humano e não místico para aquilo que ele sente e vive internamente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Seriado Sessão de terapia:</h2>
<p style="text-align: justify;">Para finalizar, lembro-me que em 2012 começou a ser exibido no Brasil um seriado chamado &#8220;<strong>Sessão de terapia</strong>&#8221; que fez muito sucesso na época. Na ocasião pensei que seria algo interessante para aproximar um pouco mais o público desta realidade. Também pensei na ocasião que o grande sucesso do seriado era explicado pela imensa curiosidade que as pessoas têm sobre o que se passa em uma sala de análise.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, para meu desagrado o seriado acabou por retratar algo que está muito, mais muito distante do que acontece realmente em uma sala de terapia (pelo menos na minha; não posso falar pelos outros).</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro porque o terapeuta do seriado estava em um momento ruim de sua vida pessoal e não conseguindo separar seus próprios dramas dos dramas de seus pacientes. Isso não significa que terapeutas não passem por maus momentos, mas, diferentemente do que acontecia no seriado, um bom terapeuta precisa saber realizar uma divisão entre o que está vivendo em sua vida pessoal e o seu trabalho com os pacientes. E isso ele não estava conseguindo fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo, ele não era psicanalista.</p>
<p style="text-align: justify;">Terceiro, porque a sessão com cada paciente acaba sendo mais um campo de guerra do que uma relação terapêutica propriamente dita. Na prática cotidiana, não é assim que acontece. Obviamente que se vive momentos difíceis e turbulentos com um paciente, mas esta não é a regra.</p>
<p style="text-align: justify;">Em linhas gerais, a relação terapêutica é uma relação profundamente estética pautada na <strong>busca pela verdade</strong> e na <strong>compaixão.</strong></p>
<h2 style="text-align: justify;">Ficou curioso para saber o que se passa em uma sala de psicanálise?</h2>
<p>Não perca o precioso tempo de vida que passa sempre tão rápido (embora o homem, como a criança, imagine ter todo o tempo do mundo). Viva a experiência de conversar com um psicanalista em sua cidade.</p>
<p>Agora, se você estiver na região de Ribeirão Preto, estou à disposição para recebê-lo em minha <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/">clínica de psicologia em Ribeirão Preto.</a> Conheça minha <a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/psicologa-ana-laura-moraes-martinez/">formação</a> e <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/contato.php">agende</a> uma entrevista. Conheça mais sobre a <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">abordagem teórica da psicanálise. </a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-atendimento-psicologico/">Mitos sobre o atendimento psicológico</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-atendimento-psicologico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quando devo procurar um psicanalista?</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quando-devo-procurar-um-psicologo/</link>
					<comments>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quando-devo-procurar-um-psicologo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2015 08:41:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes sobre o atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[quando procurar um terapeuta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/blog/?p=107</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para que o trabalho de um psicanalista funcione é importante que a pessoa realmente queira ser ajudada. Na prática, isso significa que o trabalho com um analista só terá efeito se a parte saudável do paciente fizer uma aliança positiva com o profissional. Este vínculo do paciente com o analista em direção à cura se &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quando-devo-procurar-um-psicologo/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Quando devo procurar um psicanalista?</span></a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quando-devo-procurar-um-psicologo/">Quando devo procurar um psicanalista?</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1145 size-thumbnail" src="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images-3-150x150.jpg" alt="images (3)" width="150" height="150" /></a>Para que o trabalho de um <strong><a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanalista</a></strong> funcione é importante que a pessoa realmente queira ser ajudada.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, isso significa que o trabalho com um <strong>analista</strong> só terá efeito se a parte saudável do paciente fizer uma aliança positiva com o profissional. Este vínculo do paciente com o analista em direção à cura se chama <strong>aliança terapêutica</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta observação parece redundante, mas não é! Vou explicar porquê.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-107"></span></p>
<h2 style="text-align: justify;">Indivíduo = sujeito não dividido</h2>
<p style="text-align: justify;">No senso-comum, costuma-se pensar que o fato de uma pessoa buscar a ajuda de um<strong> <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanalista</a></strong> significa por si só que esta pessoa deseja ser ajudada. Esta premissa está assentada na lógica de que nós somos lineares.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas Freud descobriu que o ser humano não é linear, ou seja, não é um <strong>indivíduo</strong> no sentido<strong> psicológico</strong> do termo, que significa <strong>sujeito não dividido</strong>. Ele descobriu que nós estamos constantemente divididos entre desejos opostos e conflitantes entre si. Na situação discutida aqui, isso significa que há no paciente um enorme conflito entre o desejo de melhorar e o desejo de permanecer doente.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso ocorre porque nós somos dotados de dois instintos básicos, amor e ódio, que estão presentes em todas as realizações humanas.</p>
<h2>Quando o paciente chega ao consultório:</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando um paciente consegue fazer o primeiro contato com o psicanalista, às vezes depois de meses ou anos de ensaio, há ali um sinal de esperança: significa que, pelo menos naquele instante, o amor venceu o ódio; o desejo de melhorar venceu o desejo de permanecer doente.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso este movimento de vida deve ser valorizado e comemorado como o primeiro passo rumo à transformação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">E o que vai acontecer depois?</h2>
<p style="text-align: justify;">Depois que o paciente consegue dar este primeiro passo, não é possível prever de antemão o quanto as forças de vida conseguirão se sobrepor às forças de morte. Aliás, este é um dos grandes trabalhos a ser realizado em uma psicanálise: fortalecer a capacidade de amar do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Se as forças de vida preponderam, o paciente consegue continuar vindo para as sessões e paulatinamente vai aprendendo a reconhecer e a conter seus sabotadores internos. Se as forças de morte preponderam, o paciente rompe o trabalho de análise por não conseguir sustentar seu investimento amoroso na vida e em si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que a capacidade de amar é, em grande parte, inata. O que significa que o psicanalista pode muito pouco quando as forças de morte imperam no psiquismo do sujeito. O que eu quero dizer é a psicanálise não modifica a natureza instintual do paciente. O que ela faz é fortalecer a capacidade de amar do sujeito que muitas vezes permaneceu imobilizada pelo excesso de pulsão de morte e /ou pelo excesso de traumatismos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Continua em dúvida sobre quando procurar um psicanalista? Aqui vão algumas dicas:</h2>
<ol>
<li style="text-align: justify;">Percebe que está sempre se envolvendo com o mesmo tipo de parceiro amoroso ou quando está prestes a ter um sucesso, você faz algo para estragá-lo.</li>
<li style="text-align: justify;">É tipo melancólico que não se adapta ao ideal de felicidade que é vendido hoje em dia. Sente-se deslocado, está sempre repleto de indagações filosóficas sobre a vida e sobre a morte e não encontra companhia para pensar sobre suas angústias.</li>
<li style="text-align: justify;">Sente-se impelido a se envolver em ações destrutivas (com sexo, drogas e bebidas) como se estivesse possuído por um outro &#8220;eu&#8221;.</li>
<li style="text-align: justify;">Encontra muita dificuldade para se separar das pessoas e dos objetos que &#8220;ama&#8221;. Tem absoluto pânico de ficar sozinho. Quando vê-se forçado a ficar só é invadido por um terrível e desolador sentimento de vazio e tédio.</li>
<li style="text-align: justify;">Não consegue sentir prazer na vida, no trabalho e nas relações em geral.</li>
<li style="text-align: justify;">Envolve-se com frequência em intrigas e brigas: no trabalho, no trânsito, na família e com os amigos. Sente que as pessoas estão conspirando contra você o tempo todo.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Se você se identificou com uma destas situações listadas acima, você pode se beneficiar muito do trabalho de um <strong>psicanalista</strong>. Experimente conversar com um em sua cidade. Se você quiser, pode experimentar conhecer como pensa um <strong>psicanalista</strong> lendo a minha coluna <a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/category/pergunte-ao-psicanalista/">Pergunte ao psicanalista</a>.</p>
<p>Agora se você estiver na região, estou à disposição para recebê-lo em minha <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/">clínica de psicologia de Ribeirão Preto</a>. Entre em <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/contato.php">contato</a> e agende uma entrevista. Conheça mais sobre a <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanálise em Ribeirão Preto</a>.</p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quando-devo-procurar-um-psicologo/">Quando devo procurar um psicanalista?</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quando-devo-procurar-um-psicologo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>7</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que devo esperar ao final de uma psicanálise?</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quais-os-resultados-esperados-em-uma-psicoterapia-e-em-quanto-tempo-isso-ocorre/</link>
					<comments>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quais-os-resultados-esperados-em-uma-psicoterapia-e-em-quanto-tempo-isso-ocorre/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2015 08:44:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes sobre o atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[alta]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[tempo em análise]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/blog/?p=115</guid>

					<description><![CDATA[<p>A discussão sobre os &#8220;resultados&#8221; esperados em uma psicanálise é bastante complexa (até mesmo inoportuna) e nos leva a algo ainda mais problemático que é a ideia de cura. O modelo médico não tem problema algum com a ideia de cura. Um órgão ou sistema está doente e é função do médico visar a cura. Mas &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quais-os-resultados-esperados-em-uma-psicoterapia-e-em-quanto-tempo-isso-ocorre/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">O que devo esperar ao final de uma psicanálise?</span></a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quais-os-resultados-esperados-em-uma-psicoterapia-e-em-quanto-tempo-isso-ocorre/">O que devo esperar ao final de uma psicanálise?</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1145 size-thumbnail" src="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images-3-150x150.jpg" alt="images (3)" width="150" height="150" /></a>A discussão sobre os &#8220;resultados&#8221; esperados em uma <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/">psicanálise</a> é bastante complexa (até mesmo inoportuna) e nos leva a algo ainda mais problemático que é a ideia de cura.</p>
<p style="text-align: justify;">O modelo médico não tem problema algum com a ideia de cura. Um órgão ou sistema está doente e é função do médico visar a cura. Mas quando o que adoece é a mente e não o corpo, o que significa falarmos em cura?</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-115"></span></p>
<h2 style="text-align: justify;">Cura da mente existe?</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando um paciente nos procura ele frequentemente quer ser curado e nos pergunta quanto tempo levaremos para curá-lo daquilo que ele sente e que pode descrever vagamente como &#8220;tristeza&#8221;, &#8220;ansiedade&#8221;, &#8220;vazio&#8221;, &#8220;tédio&#8221;, ou ainda como &#8220;algo que nem se sabe explicar&#8221;. Ou ele pode querer ser curado de um conjunto de sintomas bem específicos: uma fobia ou uma compulsão por sexo, por exemplo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diante deste pedido, o que responde o <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanalista</a>?</h2>
<p style="text-align: justify;">Ele responde o mesmo que disse o filósofo ao caminhante na Fábula de Esopo: Quando este perguntou ao Filósofo quanto tempo duraria sua jornada, o Filósofo simplesmente respondeu &#8216;Caminha!&#8217; e justificou sua resposta aparentemente inútil, com o pretexto de que precisava saber a amplitude do passo do caminhante antes de lhe poder dizer quanto tempo a viagem duraria.</p>
<p style="text-align: justify;">Trazendo para a realidade do <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanalista</a>, diante do pedido de cura do paciente, ele responderá: &#8220;Fale-me sobre você!&#8221; o que significa &#8220;Caminhe sem se preocupar com o resultado final&#8221; ou ainda &#8220;Esqueça as metas. Pensemos sobre você&#8221;.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por que ele faz isso?</h2>
<p style="text-align: justify;">Ele faz isso porque ele sabe que a resposta que o paciente busca não está onde ele imagina estar, ou seja, no médico, mas dentro dele próprio. Só que o paciente não sabe disso. E às vezes, o que é pior, ele não quer saber de nada disso. Ele quer e não quer saber a verdade sobre si mesmo. Por isso adoece. Nietzsche dizia que a doença acontece quando &#8220;começamos, em algum ponto, tornar as coisas mais fáceis para nós&#8221;. Essa ideia do filósofo se aplica perfeitamente ao adoecimento mental.</p>
<p style="text-align: justify;">Adoecemos psiquicamente porque queremos tornar as coisas mais fáceis para nós, por exemplo, evitando pensar em coisas que nos desagradam ou envergonham sobre nós ou não querendo assumir aquilo que verdadeiramente somos.</p>
<p style="text-align: justify;">No fundo, então, o desejo de curar-se esconde quase sempre um desejo de não se confrontar com aquilo que se é. O problema é que não fugimos de nós mesmos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diante disso, o que esperar de uma <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanálise</a>?</h2>
<p style="text-align: justify;">Listarei abaixo alguns dos percursos possíveis (mas sempre imprevisíveis) a que uma psicanálise pode nos levar:</p>
<ol>
<li style="text-align: justify;">A constatação que a ideia de processo é mais compatível com o viver humano do que a noção de resultados</li>
<li style="text-align: justify;">Uma melhor aceitação de nossas limitações humanas, inclusive, da nossa finitude</li>
<li style="text-align: justify;">Uma maior tolerância com o Outro (o Outro em mim e o Outro no outro)</li>
<li style="text-align: justify;">Uma maior capacidade de sentir compaixão e gratidão pela vida e por nossos pais</li>
<li style="text-align: justify;">Uma maior capacidade de gozo (viver com paixão)</li>
<li style="text-align: justify;">Uma melhor aceitação do nosso desamparo fundante</li>
<li style="text-align: justify;">Uma maior aceitação das nossas responsabilidades para conosco e para com o semelhante</li>
<li style="text-align: justify;">Uma maior aceitação para o fato de que não há cura para o frenesi que é viver</li>
<li style="text-align: justify;">Uma maior aceitação da passagem do tempo</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Por tudo isso que eu disse, a <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanálise</a> pode ser considerada mais uma posição ética e filosófica do que uma forma de tratamento conforme o modelo médico (no qual a noção de cura é perfeitamente cabível). Por isso Freud chamava sua psicanálise de metapsicologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você desejar saber mais sobre o que é a psicanálise, leia o meu texto <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">sobre a abordagem psicanalítica</a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quais-os-resultados-esperados-em-uma-psicoterapia-e-em-quanto-tempo-isso-ocorre/">O que devo esperar ao final de uma psicanálise?</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quais-os-resultados-esperados-em-uma-psicoterapia-e-em-quanto-tempo-isso-ocorre/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quanto tempo dura uma psicanálise?</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quanto-tempo-dura-uma-psicoterapia/</link>
					<comments>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quanto-tempo-dura-uma-psicoterapia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2015 08:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes sobre o atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[alta em psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento psicanalítico ribeirão preto]]></category>
		<category><![CDATA[tempo em psicanálise]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/blog/?p=113</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não é possível precisar quanto tempo dura uma psicanálise. Só podemos precisar que a psicanálise é um processo longo, que demanda alguns anos de trabalho. Interessante destacar que quando ela foi criada, as análises costumavam demorar pouco tempo: cinco ou seis meses, no máximo. Por que isso mudou? Constatou-se ao longo do tempo que as &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quanto-tempo-dura-uma-psicoterapia/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Quanto tempo dura uma psicanálise?</span></a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quanto-tempo-dura-uma-psicoterapia/">Quanto tempo dura uma psicanálise?</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1145 size-thumbnail" src="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images-3-150x150.jpg" alt="images (3)" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Não é possível precisar quanto tempo dura uma <strong><a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanálise</a></strong>. Só podemos precisar que a psicanálise é um processo longo, que demanda alguns anos de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Interessante destacar que quando ela foi criada, as análises costumavam demorar pouco tempo: cinco ou seis meses, no máximo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por que isso mudou?</h2>
<p style="text-align: justify;">Constatou-se ao longo do tempo que as melhoras dos pacientes analisados durante cinco ou seis meses não se sustentavam. Tão logo a vida trouxesse um novo dissabor, a pessoa adoecia novamente e os sintomas reapareciam. <span style="line-height: 1.5;">Havia uma espécie de mascaramento da melhora.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-113"></span></p>
<h2 style="text-align: justify;">Tendência à repetição dos padrões infantis:</h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5;">Ou seja, <strong>Freud</strong> descobriu com o tempo que seria preciso um longo período até que o<strong> <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanalista</a></strong> pudesse ajudar o paciente a vencer sua compulsão a repetir os padrões emocionais básicos que ele eligiu na infância para lidar com seus conflitos internos. O <strong>analista</strong> também precisa de tempo para compreender detalhadamente toda a história do estabelecimento da neurose do paciente ou, em casos mais graves (como costumamos receber hoje nos consultórios) para escrever uma memória psíquica do paciente, que nunca pôde se estabelecer a contento pelo excesso de traumatismos. E isso demanda tempo e muita paciência. Por isso uma análise é longa. </span></p>
<h2 style="text-align: justify;">O inconsciente é atemporal</h2>
<p style="text-align: justify;">Além disso, constata-se que para o inconsciente a problemática tempo não existe. Ele é atemporal. Por isso, o paciente continua a reagir da mesma maneira infantil à sua vida adulta. Porque o inconsciente não concebe a passagem de tempo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O tempo hoje e a ética da psicanálise:</h2>
<p style="text-align: justify;">A relação do homem moderno com o tempo tem sido confusa. Na medida em que perdemos contato, pelo processo civilizatório, com a noção de ciclos da natureza, o homem perde o contato com o seu mundo interno e com seus próprios ciclos naturais. Para o homem contemporâneo, o tempo &#8220;escorre pelas mãos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>psicanálise</strong> caminha na contramão desse movimento. Sua ética é a do desejo, não do relógio. Por isso a noção de metas, de resultados, de respostas rápidas não combina com seu método. Nela, o que é priorizado é o tempo do sujeito do desejo, não o tempo do sujeito produtivo, fruto de um modo de subjetivação capitalista.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quem define o percurso é o próprio sujeito:</h2>
<p>Nessa outra ética, o<strong> analista</strong> se posicionará:</p>
<ol>
<li>Respeitando o <strong>desejo</strong> do sujeito (a análise dura até quando ele quiser caminhar)</li>
<li>Respeitando o ritmo próprio do sujeito (o sujeito retira da análise aquilo que ele investe nela)</li>
<li>Respeitando a premissa de que, na análise, cada membro do par deve se responsabilizar pelo seu próprio desejo</li>
</ol>
<p>Se você se interessou pela<strong> <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanálise</a></strong> e quer vivenciar esta experiência, entre em contato com um psicanalista da sua cidade.</p>
<p>Agora se você está na região, estou à disposição para atendê-lo(a) em minha <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br">clínica de psicologia em Ribeirão Preto</a>. Entre em contato e <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/contato.php">agende</a> uma entrevista comigo. Conheça mais sobre o meu trabalho como <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanalista em Ribeirão Preto. </a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quanto-tempo-dura-uma-psicoterapia/">Quanto tempo dura uma psicanálise?</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quanto-tempo-dura-uma-psicoterapia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quais as diferenças entre o psicólogo, o psiquiatra e o psicanalista?</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quais-as-diferencas-entre-o-psicologo-e-o-psiquiatra/</link>
					<comments>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quais-as-diferencas-entre-o-psicologo-e-o-psiquiatra/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2015 10:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes sobre o atendimento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/blog/?p=105</guid>

					<description><![CDATA[<p>Meu objetivo neste post é explicar da maneira mais clara possível para o público interessado quais são as diferenças entre o psicólogo, o psiquiatra e o psicanalista. Esta é uma questão que confunde muita gente! Em parte, ela ocorre porque os três fazem coisas muito diferentes sob o mesmo rótulo chamado “psicoterapia“.  Assim, o psiquiatra &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quais-as-diferencas-entre-o-psicologo-e-o-psiquiatra/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Quais as diferenças entre o psicólogo, o psiquiatra e o psicanalista?</span></a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quais-as-diferencas-entre-o-psicologo-e-o-psiquiatra/">Quais as diferenças entre o psicólogo, o psiquiatra e o psicanalista?</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1145 size-thumbnail" src="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images-3-150x150.jpg" alt="images (3)" width="150" height="150" />Meu objetivo neste post é explicar da maneira mais clara possível para o público interessado quais são as diferenças entre o psicólogo, o psiquiatra e o psicanalista.</p>
<p>Esta é uma questão que confunde muita gente!</p>
<p>Em parte, ela ocorre porque os<strong> três fazem coisas muito diferentes</strong> sob o mesmo rótulo chamado “<strong>psicoterapia</strong>“.  Assim, o psiquiatra faz psicoterapia, o psicólogo faz psicoterapia e, por vezes, as pessoas também chamam o psicanalista de psicoterapeuta.</p>
<p>Em <strong>termos práticos</strong>, o <strong>psiquiatra</strong> fez um <strong>curso de Graduação em Medicina</strong> que dura <strong>seis anos</strong>, em<strong> tempo integral</strong>, e depois uma <strong>residência em psiquiatria,</strong> o que o torna habilitado a diagnosticar e tratar as desordens psíquicas, ou, como se costuma chamar no popular, as “doenças da cabeça”.</p>
<p><strong>Em sua atuação</strong>, o <strong>psiquiatra</strong> se guiará por <strong>padrões de normalidade psíquica</strong> buscando reconhecer em cada paciente o quanto este se aproxima ou se afasta de tais critérios estabelecidos previamente a partir de estudos estatísticos que abarcam o comportamento médio de grandes populações.</p>
<p>A partir desta comparação, ele traçará um <strong>diagnóstico</strong> e poderá intervir no mesmo utilizando<strong> tratamentos psicotrópicos</strong> (remédios), <strong>tratamentos físicos</strong>  e / ou<strong> tratamentos psicoterápicos</strong> (conversas).</p>
<p>Já o <strong>psicólogo</strong> é alguém que fez um <strong>curso de Graduação em Psicologia</strong>, em tempo integral ou parcial, que dura <strong>cinco anos</strong>. Já na graduação ele pode direcionar sua carreira para a área clínica, escolar, empresarial, hospitalar ou acadêmica, a depender da sua vocação.</p>
<p>A <strong>Psicologia</strong> é um ramo que se destacou da <strong>Filosofia</strong> e se tornou profissão há não muito tempo, por volta de <strong>1950</strong>, e tem como <strong>objetivo entender o comportamento de pessoas e animais em diferentes contextos e sociedades</strong>.</p>
<p>Já o <strong>psicanalista,</strong> que pode ser médico, psicólogo ou filósofo de formação é o profissional que <strong>escuta</strong> e <strong>conversa</strong> com os pacientes em seu consultório de um jeito muito peculiar: com o paciente deitado em um divã e o psicanalista  atrás dele, ouvindo atentamente cada palavra que diz, fazendo perguntas e correlações e, principalmente,<strong> interpretando o sentido do que é dito pelo paciente e que escapa a ele próprio</strong>.</p>
<p>Este trabalho de investigação e interpretação de sentidos feito pelo analista busca, dentre outras coisas, <strong>ampliar o conhecimento que o paciente tem de si mesmo</strong>, condição que torna sua vida muito mais interessante e rica em termos de experiências.</p>
<p>A <strong>profissão de psicanalist</strong>a não é regulamentada no Brasil, o que significa que não há normativas regimentais que definam quem pode ou não atuar como tal.</p>
<p>Apesar disso, existem instituições sérias e reconhecidas que formam analistas. A principal delas é a<strong> IPA (Internacional Psychoanalytical Association)</strong>, fundada em 1910 pelo próprio Freud.</p>
<p>No Brasil, a<strong> formação analítica</strong> fica à cargo das instituições federadas à FEBRAPSI (Federeção Brasileira de Psicanálise), todas elas vinculadas à própria IPA.</p>
<p>A <strong>formação analítica</strong> oferecido por estes <strong>institutos de psicanálise</strong> compõe-se da análise pessoal do candidato, da supervisão de seus casos clínicos e de cursos de teoria e técnica psicanalítica e dura, em média, de cinco a oito anos.</p>
<p>Existem ainda cursos de psicanálise em outras instituições, tais como, o <strong>Instituto Sedes Sapientiae em São Paulo</strong>, com ótimos cursos de psicanálise e outros ainda vinculados às universidades.</p>
<p>Em Ribeirão Preto, região em que eu atuo, há os cursos de Especialização em <strong>Teorias e Técnicas Psicanalíticas</strong> oferecido pelo <strong>Instituto de Estudos Psicanalíticos (IEP) </strong>e também o<strong> curso de extensão da Dra Suad. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se está nesta região, e quer consultar um <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/contato.php">psicólogo em Ribeirão Preto, e</a>stou à disposição para conversar com você. Conheça minha<a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/curriculo.php"> formação</a> e agende uma entrevista. Conheça mais meu trabalho como <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanalista em Ribeirão Preto. </a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quais-as-diferencas-entre-o-psicologo-e-o-psiquiatra/">Quais as diferenças entre o psicólogo, o psiquiatra e o psicanalista?</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quais-as-diferencas-entre-o-psicologo-e-o-psiquiatra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>78</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diferenças entre psicoterapia e Psicanálise</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/diferencas-entre-psicoterapia-e-psicanalise/</link>
					<comments>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/diferencas-entre-psicoterapia-e-psicanalise/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2015 10:35:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes sobre o atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[diferença entre os métodos]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[sugestão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/blog/?p=435</guid>

					<description><![CDATA[<p>Explicar de um modo simples e claro quais as diferenças fundamentais entre uma psicoterapia (ou terapia, como se costuma dizer) e uma psicanálise não uma tarefa simples. Mas tal diferenciação é imprescindível pela confusão que costuma gerar entre os leigos e mesmo entre os psicólogos. Comecemos por definir o que é psicoterapia. O que é &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/diferencas-entre-psicoterapia-e-psicanalise/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Diferenças entre psicoterapia e Psicanálise</span></a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/diferencas-entre-psicoterapia-e-psicanalise/">Diferenças entre psicoterapia e Psicanálise</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1145 size-thumbnail" src="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images-3-150x150.jpg" alt="images (3)" width="150" height="150" /></a>Explicar de um modo simples e claro quais as diferenças fundamentais entre uma psicoterapia (ou terapia, como se costuma dizer) e uma <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanálise</a> não uma tarefa simples. Mas tal diferenciação é imprescindível pela confusão que costuma gerar entre os leigos e mesmo entre os psicólogos.</p>
<p style="text-align: justify;">Comecemos por definir o que é psicoterapia.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que é psicoterapia?</h2>
<p style="text-align: justify;">Termo &#8220;genérico&#8221; que corresponde a qualquer tratamento realizado com métodos e propósitos <strong>psicológicos</strong>, independente da abordagem teórica utilizada. Em linhas gerais, todas as psicoterapias utilizam como ferramenta principal de trabalho a palavra. Também em linhas gerais, nas psicoterapias estará presente algo que chamamos de sugestão.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-435"></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>O que é a sugestão?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A sugestão é aquilo que no senso-comum chama-se aconselhamento. Este aconselhamento vindo do terapeuta tem um peso muito grande para o paciente, pois o profissional está investido por ele de um papel de poder.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso ocorre porque todos os seres humanos carregam em si um desejo infantil de serem protegidos, amados e guiados por uma figura de referência (que na infância são os pais).  Então, na fantasia infantil do paciente o terapeuta (&#8220;O doutor&#8221;) sabe tudo e será capaz de livrá-lo daquilo que ele sente.</p>
<p style="text-align: justify;">Em linhas gerais, portanto, em uma psicoterapia o terapeuta aconselha e orienta o paciente sobre como se portar diante da vida. A princípio, não há nada de mal neste tipo de trabalho, inclusive porque há pacientes que não têm condições de desenvolver um trabalho mais profundo sobre si mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">O único problema é que, quando esta necessidade de amparo e proteção (sempre infantil) não é manejada adequadamente pelo terapeuta, ela pode endossar no paciente o seu anseio por permanecer em uma posição infantil fazendo com que ele tenha dificuldade de pensar por si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Da parte do terapeuta, isso pode estimular o seu próprio narcisismo fazendo com que ele se sinta imprescindível na vida do seu paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que este tipo de relação sugestiva está muito presente no contato entre médicos e seus pacientes e também em instituições. Você já reparou como a maioria das pessoas tratam com  idealização e temor um &#8220;doutor&#8221; ou um juiz?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Resumindo, a psicoterapia é:</h2>
<ol>
<li>Um modo genérico de chamar qualquer tipo de tratamento com propósitos <strong>psicológicos</strong></li>
<li>Em linhas gerais, utilizam como instrumento de trabalho a palavra</li>
<li>Nela está presente a sugestão ou aconselhamento</li>
<li>Normalmente seus objetivos são mais pontuais. Por exemplo, pode-se visar ajudar o paciente a se organizar financeiramente passando-lhe exercícios reflexivos para casa.</li>
<li>No longo prazo a psicoterapia pode endossar o desejo do paciente por permanecer em uma posição infantil</li>
</ol>
<p>Agora façamos uma diferenciação com a psicanálise.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que é <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">Psicanálise</a>?</h2>
<p style="text-align: justify;">A Psicanálise é um método não sugestivo, embora ela tenha nascido da prática sugestiva. Seus propósitos são mais filosóficos do que psicológicos, já que visam por meio do conhecimento dos processos inconscientes da mente, uma responsabilização cada vez maior do paciente por seus próprios atos  e escolhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, a <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanálise </a>busca questionar o anseio do paciente por colocar o terapeuta no lugar do mestre ou do guru e também o desejo do paciente por se colocar no lugar da criança. Como eu disse acima, Freud descobriu, tratando seus pacientes, que há em todos os seres humanos  uma necessidade infantil de ser protegido e amado por uma figura de referência. Inclusive, toda a base da religião se ancora aí: na necessidade humana de ser protegido por um Deus onipresente e onisciente. A esta necessidade humana Freud nomeou <strong>transferência</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Disso surge uma das principais diferenças entre a <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br">psicanálise</a> e as psicoterapias. Na <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br">psicanálise</a>, a transferência será intensamente analisada visando, no longo prazo, a resolução deste desejo infantil. Na prática isso significa que ao final de uma análise o paciente será mais capaz de suportar a sua condição de desamparo fundante sem ter que entregar nas mãos de outros seres humanos a sua própria vida e as suas resoluções em troca de proteção, amparo e amor.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Resumindo, a <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanálise</a> é:</h2>
<ol>
<li style="text-align: justify;">Um método não sugestivo de conhecimento dos processos inconscientes da mente</li>
<li style="text-align: justify;">Seus propósitos são mais <strong>filosóficos</strong> do que <strong>psicológicos</strong> porque não se coadunam aos ideias ilusórios de felicidade plena, ausência de conflitos e adaptabilidade do indivíduo</li>
<li style="text-align: justify;">Utiliza como instrumento de trabalho a palavra (interpretação) e o manejo da transferência, bem como o divã</li>
<li style="text-align: justify;">No longo prazo a <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanálise</a> antevê a possibilidade de um sujeito cada vez mais capaz de assumir sua posição adulta, responsabilizando-se por seu próprio desamparo fundante e por seus atos no mundo</li>
</ol>
<h2>Ficou em dúvida sobre o que procurar? Aqui vão algumas dicas:</h2>
<ol>
<li style="text-align: justify;">O que espera do tratamento? A <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanálise</a> é uma terapia mais profunda e visa uma transformação global da personalidade do paciente. A psicoterapia é menos profunda, seus objetivos são mais focais e visam, por exemplo, uma maior adaptação do indivíduo ao seu meio ou a resolução de algum conflito específico. <span style="text-decoration: underline;">Importante destacar que não se trata de um método ser melhor que o outro. Eles são diferentes! Têm objetivos e propósitos diferentes</span>. Há milhares de pacientes que, por terem mais pressa, por exemplo, podem se beneficiar enormemente de uma psicoterapia. Ou ainda, há pacientes que podem utilizar a psicoterapia como um passo para se prepararem futuramente para uma <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanálise</a>.</li>
<li style="text-align: justify;">Tem pressa? A <a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/a-peste-da-psicanalise/">psicanálise </a>é uma terapia mais longa. Para ter resultados consistentes são necessários alguns anos. Psicoterapias são mais rápidas, pois como eu disse têm objetivos e propósitos mais focais e específicos.</li>
<li style="text-align: justify;">O quanto está disposto a investir em termos de tempo e dinheiro? A psicanálise é um método mais caro e exige maior dedicação de tempo.</li>
<li style="text-align: justify;">Que tipo de pessoa você é? A<a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/fe-na-psicanalise/"> psicanálise</a> se adapta bem a pacientes curiosos sobre si mesmos, mas não se adapta bem a pacientes que querem respostas imediatas, nem cura instantânea.</li>
<li style="text-align: justify;">O que espera do seu terapeuta? O<a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php"> psicanalista</a> convidará o paciente a se responsabilizar por si mesmo, por seus horários, por seu crescimento, por suas decisões. Psicoterapeutas, em linhas gerais, tendem a serem complacentes, por exemplo, não cobrando faltas.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Investigue atentamente o que está em busca, converse com profissionais de um e outro método de trabalho e faça sua escolha!</p>
<p>Agora se você está decidido a fazer uma psicanálise e se encontra na região, estou à disposição para conversar com você em minha <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/index.php">clínica de psicologia em Ribeirão Preto</a>. Conheça o meu <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/curriculo.php">currículo</a> e <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/contato.php">agende</a> uma entrevista. Conheça meu trabalho como <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanalista em Ribeirão Preto</a>.</p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/diferencas-entre-psicoterapia-e-psicanalise/">Diferenças entre psicoterapia e Psicanálise</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/diferencas-entre-psicoterapia-e-psicanalise/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>9</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é a psicologia clínica e o que faz o psicólogo clínico?</title>
		<link>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/o-que-e-a-psicologia-clinica-e-o-que-faz-o-psicologo-clinico/</link>
					<comments>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/o-que-e-a-psicologia-clinica-e-o-que-faz-o-psicologo-clinico/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Laura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2015 08:38:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes sobre o atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[o que faz o psicólogo clínico]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia clínica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/blog/?p=102</guid>

					<description><![CDATA[<p>Meu objetivo neste post é explicar da maneira mais simples e clara possível para o leigo o que faz um psicólogo clínico. Primeiro ponto importante: você não deve confundir o psicólogo clínico com o psiquiatra. Em linhas gerais, o psicólogo conversa. É o que costumo chamar de &#8220;médico da alma&#8221;. Já o psiquiatra é um &#8230; <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/o-que-e-a-psicologia-clinica-e-o-que-faz-o-psicologo-clinico/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">O que é a psicologia clínica e o que faz o psicólogo clínico?</span></a></p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/o-que-e-a-psicologia-clinica-e-o-que-faz-o-psicologo-clinico/">O que é a psicologia clínica e o que faz o psicólogo clínico?</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1145 size-thumbnail" src="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images-3-150x150.jpg" alt="images (3)" width="150" height="150" /></a>Meu objetivo neste post é explicar da maneira mais simples e clara possível para o leigo o que faz um <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br">psicólogo clínico</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro ponto importante: você não deve confundir o <strong>psicólogo clínico</strong> com o psiquiatra. Em linhas gerais, o psicólogo conversa. É o que costumo chamar de &#8220;médico da alma&#8221;. Já o psiquiatra é um &#8220;médico do corpo&#8221; que utiliza medicações para tratar as desordens mentais. Saiba mais sobre as <a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/quais-as-diferencas-entre-o-psicologo-e-o-psiquiatra/">diferença entre psicólogo e psiquiatra</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-102"></span></p>
<h2 style="text-align: justify;">O que faz o psicólogo clínico?</h2>
<p style="text-align: justify;">Como eu disse, o <strong>psicólogo clínico</strong> é um &#8220;médico da alma&#8221;. Ou seja, graças à sua vocação e à sua formação ele estará preparado para ajudar as pessoas que o procuram a retomarem, ou a conquistarem pela primeira vez, o contato delas consigo mesmas. Ele faz isso utilizando conversas e, principalmente, por meio de um profundo interesse que  é capaz de manter pela pessoa humana do paciente que está diante dele, com seus sofrimentos, contradições e particularidades.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por que o seu trabalho é tão importante?</h2>
<p style="text-align: justify;">O trabalho deste profissional é fundamental porque, em linhas gerais, o ser humano não lida muito bem com o fato de ter emoções. <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">Freud,</a> fundador da <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicanálise</a>, descobriu que a nossa mente é regida pelo que ele chamou de &#8220;lei da inércia&#8221;. Isso significa que tendemos sempre evitar entrar em contato com situações e emoções que nos traga desconforto, incômodo ou dor (física ou mental). Em termos prático, isso significa que quase sempre estaremos tentando &#8220;jogar para debaixo do tapete&#8221; aquelas emoções que nos incomodam. Experimente, por exemplo, dizer a alguém do seu convívio que você está triste ou chateado. Quase sempre a pessoa irá te responder pra deixar isso pra lá. E muitas vezes você mesmo estará lutando contra algum pensamento ou afeto desagradável que insiste em invadir sua mente como um corpo estranho.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>psicólogo</strong> irá fazer o contrário disso: ele estará preparado não só para te ouvir (como faria um amigo, por exemplo), mas também para ajudar você a aprender a acolher suas emoções, agradáveis e desagradáveis. Também irá te ajudar mostrando aspectos de você mesmo que não teria condições de descobrir sozinho. Isso porque nós não somos bons em julgar a nós mesmos, embora o ser humano quase sempre acalente a ilusão de que conhece bem a si mesmo.</p>
<h2>Ficou curioso para saber como é conversar com um <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/abordagem-teorica-em-psicanalise.php">psicólogo</a>?</h2>
<p style="text-align: justify;">Se você se identificou com o que eu disse e está curioso para saber como é conversar com este profissional que, por vocação, aprimorou-se em conhecer em profundidade o ser humano, não perca mais tempo. Lembre-se de que cada dia vivido é um dia a menos que nós temos para fazermos as transformações necessárias. A cada soar do relógio estamos um dia mais próximos da nossa morte. Por isso, ao contrário do que costumamos pensar, não temos todo o tempo do mundo a perder.</p>
<p style="text-align: justify;">Agende uma consulta com um profissional qualificado de sua cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora se você estiver na região, consulte um <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/contato.php">psicólogo em Ribeirão Preto</a>. Estou à disposição para conversar com você. Conheça minha <a href="http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br/curriculo.php">formação</a> e agende uma entrevista!</p>
<p>Agora, se você é estudante de <strong>Psicologia</strong> ou tem intenção de cursar uma Graduação em <strong>Psicologia</strong> e está em busca de informações profissionais sobre a área, acesse o meu texto &#8220;<a href="http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/reflexoes-sobre-a-escolha-pelo-curso-de-psicologia/">Reflexões sobre a escolha pelo curso de psicologia</a>&#8220;.</p>
<p>Esse post <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/o-que-e-a-psicologia-clinica-e-o-que-faz-o-psicologo-clinico/">O que é a psicologia clínica e o que faz o psicólogo clínico?</a> foi publicado inicialmente em <a href="https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br">Blog de Psicanálise</a>.</p>
<p>Acesse também o site da autora Ana Laura Moraes Martinez http://www.psicologiaribeiraopreto.com.br</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/o-que-e-a-psicologia-clinica-e-o-que-faz-o-psicologo-clinico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>46</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
