Neste artigo pretendo tecer algumas reflexões que penso serem fundamentais para o nosso tempo atual, em que, ainda que continuemos a nos organizar em sociedade, nos isolamos cada vez mais do “outro”, do estranho que quase sempre nos assusta, amedronta e mete medo.
As formas que temos buscado para nos isolar do “outro”, do “estranho” são inúmeras: vivemos em condomínios fechados, com cercas, senhas, câmeras de segurança, etc. Cercamo-nos de todas as formas de precaução contra o “outro”.
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As ideias contidas neste texto são fruto de uma série de reflexões que pude fazer ao longo da semana passada e que foram motivadas pelo suicídio do ator Walmor Chagas e pelo filme francês “Amor”, de Michel Haneke, em exibição nos cinemas.