Gostaria hoje de tecer algumas interpretações psicanalíticas sobre o filme “Oblivion” (Esquecimento, em português), atualmente em cartaz nos cinemas.
Como toda obra, pode ser interpretada sob diversos prismas: esta em particular pode ser compreendida sob o prisma apocalíptico (que prevê o fim do mundo por guerras intergalácticas, causada pela existência de vidas extraterrenas), sob o prisma ecológico (que prevê o fim do mundo pelo que temos feito ao meio ambiente), etc.




As ideias contidas neste texto são fruto de uma série de reflexões que pude fazer ao longo da semana passada e que foram motivadas pelo suicídio do ator Walmor Chagas e pelo filme francês “Amor”, de Michel Haneke, em exibição nos cinemas.
Para iniciar minhas reflexões sobre a liberdade inspiro-me no pensamento incrível proferido por Nelson Mandela, homem que lutou bravamente pela liberdade na África do Sul, ao ser preso: “Vocês podem tirar tudo de mim. Menos a minha liberdade de pensar”.
Não precisamos fazer muito esforço para perceber, com a proximidade das datas de Natal e Ano Novo, o predomínio nas pessoas de um funcionamento que chamamos na Psicanálise de estado maníaco. Explico-me. Segundo
Minha motivação inicial para escrever este artigo se deve ao fato de haver, sobretudo em nossa cultura atual, um grande silenciamento ou, no mínimo, certo mal-estar quando o assunto é
Quantas vezes ele não foi e não avisou. Ou simplesmente ligou dando uma desculpa esfarrapada. Quantas vezes não retornou a ligação.