O que é realmente essencial para sermos felizes?
Hoje gostaria de fazer algumas reflexões sobre algo que venho pensando muito nos últimos tempos. Trata-se da seguinte questão: o que é realmente essencial para que um ser humano possa transitar por esta vida com algum prazer?
A partir das minhas reflexões, respondo que a maior riqueza que um ser humano pode ter está no que ele é capaz de sentir e não no que ele é capaz de acumular em termos de bens materiais.




As ideias contidas neste texto são fruto de uma série de reflexões que pude fazer ao longo da semana passada e que foram motivadas pelo suicídio do ator Walmor Chagas e pelo filme francês “Amor”, de Michel Haneke, em exibição nos cinemas.
Para iniciar minhas reflexões sobre a liberdade inspiro-me no pensamento incrível proferido por Nelson Mandela, homem que lutou bravamente pela liberdade na África do Sul, ao ser preso: “Vocês podem tirar tudo de mim. Menos a minha liberdade de pensar”.
Não precisamos fazer muito esforço para perceber, com a proximidade das datas de Natal e Ano Novo, o predomínio nas pessoas de um funcionamento que chamamos na Psicanálise de estado maníaco. Explico-me. Segundo
Minha motivação inicial para escrever este artigo se deve ao fato de haver, sobretudo em nossa cultura atual, um grande silenciamento ou, no mínimo, certo mal-estar quando o assunto é
Quantas vezes ele não foi e não avisou. Ou simplesmente ligou dando uma desculpa esfarrapada. Quantas vezes não retornou a ligação.
A configuração familiar especifica de cada sujeito e o casal parental internalizado que compõe a personalidade de cada um são elementos centrais à Psicanálise.